Parece que estamos em qual era? O ministro dos Esportes, Aldo Rabelo, nesta terça, 22, disse que o governo federal trabalha com esmero, afinco, com vontade, enfim, para que não haja falta de energia nas cidades sedes na Copa do Mundo de 2014. Ora, uma luz intermitente acende na cabeça de qualquer brasileiro.
O problema da mobilidade social destinada aos estádios e adjacencias é preocupante. A estrutura de comunicação (internet, energia elétrica e telefonia) para a cobertura jornalística do evento mundial é mais do que preocupante. Sem falar na segurança.
Ah! E os aeroportos, então? Com os puxadinhos a serem executados entre outras maquiagens resultantes da falta de competência generalizada. Todas essas mazelas anunciadas se traduzem em problemas para serem equacionados, já para este ano, na Copa das Confederações.
Assim, encarar a questão da possível falha no fornecimento de energia para a época da Copa do Mundo no Brasil nos transporta quantos anos para atrás? No mínimo, ao atraso.
Uma senhora, que pediu anonimato, questionou: “Se agora falta energia, nas cidades-sedes, imagine na Copa?”
Nem mil propagandas, veiculadas por mil vezes na TV, conseguirão convencer a maioria dos brasileiros que os crônicos problemas referentes aos eventos serão solucionados a contento e em tempo. E olha que a torcida deste escriba não é contra, não.