A equipe de Humanização da Coordenação de Desenvolvimento de Recursos Humanos (CDRH) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) promoveu, nesta quarta-feira (17), na Escola de Governo do município, junto aos profissionais das Unidades de Saúde da Família (USF) do II Distrito Sanitário, mais um momento de discussões, por meio de oficina, acerca da Política Nacional de Humanização (PNH) na Saúde, atendendo assim a uma nova demanda das unidades.
Realizada pelos facilitadores da CDRH Lysianne Gomes, Claudiane Albuquerque, Karina Lessa e José Nunes, a oficina também contou com a participação dos técnicos da educação permanente da SMS, Dawison Calheiros e Katiane Alves, além de gestores e trabalhadores das unidades. A roda de conversa abordou o tema “o SUS que temos, o SUS que queremos, o SUS que podemos. Construindo a humanização na rede municipal de saúde de Maceió”.
Segundo a Coordenação do CDRH, a Politica Nacional de Humanização surgiu da necessidade de fortalecer os princípios do SUS e valorizar as trocas entre gestores, trabalhadores e usuários, tendo como objetivo nortear a prática de profissionais de saúde. A PNH está fundamentada em princípios como cidadania, igualdade e justiça social, com ações coletivas voltadas para um SUS mais ágil, acolhedor e mais resolutivo, tendo como grande importância a participação ativa de todas as esferas de governo.
“A equipe também deverá buscar soluções possíveis e que estejam dentro de sua governabilidade para cada uma das dificuldades percebidas, uma vez que a humanização na saúde deve se pautar no protagonismo e na autonomia dos sujeitos”, reforça a facilitadora Lysianne Gomes.
O próximo encontro com as unidades já está sendo agendado, com o objetivo – segundo as facilitadoras – de dar sequência à dinâmica e promover cada vez mais o aquecimento dessa rede, considerada importante para a produção de um SUS mais digno e de maior qualidade para usuários, trabalhadores e gestores.
PNH – Lançada em 2003 pelo Ministério da Saúde, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca colocar em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. A PNH estimula a comunicação entre gestores, trabalhadores e usuários para construir processos coletivos de enfrentamento de relações de poder, trabalho e afeto que muitas vezes produzem atitudes e práticas desumanizadoras.









