O aeroporto O.R. Tambo, de Johannesburgo, administrado pela empresa que vai assumir a gestão de Guarulhos em dois meses, oferece um serviço em linha com as melhores práticas internacionais. Mas é também um dos mais caros do mundo para as companhias aéreas, informa reportagem de Mariana Barbosa publicada na edição deste domingo da Folha.

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Espaçoso, funcional, bem gerido e policiado -a antítese de Cumbica-, o aeroporto recebeu o equivalente a R$ 1,3 bilhão em investimentos nos cinco anos que antecederam a Copa de 2010.

Além de um novo e moderno terminal de passageiros e de uma estação de trem integrada, foram construídos prédios de estacionamento, cinco hotéis e sistema automatizado de inspeção de bagagens, entre outras melhorias.

Mas uma demanda bem menor que a esperada no ano da Copa -18,6 milhões de passageiros, ante previsão de 25 milhões- fez a operadora sul-africana, a Acsa, amargar o primeiro prejuízo desde sua criação, em 1993.