Após a visita à Câmara de vereadores de Maceió, a equipe do humorístico CQC, da Band, se dirigiu, na tarde desta quarta-feira (21), para a Assembleia Legislativa. Na Casa de Tavares Bastos, os deputados João Henrique Caldas, Olavo Calheiros, Dudu Holanda, Marcelo Victor, Temóteo Correia e Joãozinho Pereira foram sabatinados pelo repórter Ronald Rios.
Operação Taturana, desvio de verbas, situação da Saúde, Educação e Segurança Pública foram alguns dos temas abordados pelo repórter junto aos deputados. Marcelo Victor afirmou que Alagoas não “é tão ruim quanto se pinta” nos demais estados brasileiros. Sobre o “gato” de energia encontrado em sua residência, o parlamentar afirmou que o fato aconteceu porque ele quis ajudar um amigo e voltou a alegar inocência.
Sobre o desvio de mais de R$ 300 milhões descoberto pela PF na ALE, Marcelo Victor disse que até agora nada foi provado contra os deputados, o que foi rebatido por Ronaldo Rios. Em relação à implantação de uma biblioteca na Assembleia, bem como a realização de um curso de legislador, que custaram aos cofres públicos R$ 5 milhões, mas nunca saíram do papel, Marcelo colocou que não há porque polemizar o assunto.
Olavo Calheiros, também alvo do humorístico, não comentou as perguntas feitas sobre seu irmão, o senador Renan Calheiros, e afirmou que o repórter tinha a cara de “debilóide”.
Capitanias
Já Dudu Holanda foi perguntado sobre sua opinião em relação à sucessão familiar na política. Respondendo sobre os questionamentos acerca das “capitanias hereditárias”, o deputado colocou que esse é um fato que ocorre em todo o País.
“Não, depende da criação”, respondeu Dudu quando questionado se todo filho de político já nascia ladrão.




