O Exército sírio barrou a chegada do comboio humanitário da Cruz Vermelha ao distrito de Baba Amro, em Homs, reduto dos rebeldes que está há quase um mês sob bombardeios. Não está claro por que o governo proibiu a ajuda um dia após prometer autorizá-la.
Opositores acusam o regime de tentar ocultar indícios de execuções sumárias. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, diz haver “relatos terríveis” de assassinatos, detenções arbitrárias e tortura. Para a Cruz Vermelha, o atraso para a entrada da missão é inaceitável.
A jornalista francesa ferida que apelou para ser resgata chegou a Paris ontem. Os EUA afirmam ainda apostar num acordo de transição do regime do ditador Bashar Assad.