Em Curitiba, na volta de 28 dias de paralisação dos Correios, nesta quinta-feira (13), os carteiros saíram com pilhas volumosas de encomendas para entregar. Para colocar tudo em ordem, os próximos dias serão de muito trabalho.
No caso de um dos carteiros, a rotina mudou de uma média de 30 entregas diárias para cem. As chuvas que atingiram a capital durante toda a tarde deixaram o trabalho ainda mais difícil.
Em uma construtora visitada pela reportagem, as primeiras correspondências chegaram depois de quase um mês. Uma pessoa esperava receber nesta quinta as contas da farmácia onde trabalha, mas isso não aconteceu. Um outra pessoa, sem a conta de luz, ainda teve de se virar para conseguir uma segunda via.