O líder de um grupo rebelde do Sudão do Sul, Quluak Qay, foi assassinado neste sábado por um de seus lugares-tenentes pouco depois que o dirigente aceitou e depois recusou uma trégua com o Governo, informou o Exército do país.
"O assassinato de Quluak Qay foi o resultado de uma divisão interna. Tinha alcançado um acordo de paz com o Exército do Sul (na semana passada) e depois o desprezou", declarou o porta-voz das Forças Armadas do Sudão do Sul.
Em comunicado, ele precisou que o líder insurgente morreu junto a outros três de seus milicianos em um tiroteio registrado na província petrolífera de Unity.
No entanto, outras facções rebeldes sulinas acusaram o Exército do Sudão do Sul pelo assassinato de Qay.
Qay voltou atrás no acordo de incorporação de suas forças às fileiras do Exército do Sudão do Sul pouco tempo depois de tê-lo aceitado.
O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, anunciou em 9 de julho, dia da declaração de independência do país, um indulto para todos os rebeldes que depusessem suas armas.