A coordenadora de Administração em Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Saúde, Alanne Rocha, participou, em Brasília (DF), do Encontro Nacional de Gestores do Trabalho em Saúde, que contou com representantes de todo o país na discussão do tema central “Democratização das relações de trabalho e valorização dos trabalhadores do SUS”.

Promovido pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde, o evento teve como objetivo avaliar as políticas de gestão do trabalho, discutir propostas da nova gestão federal e pactuar responsabilidades – com o compromisso das três esferas de governo – para o próximo período.

“Foi um momento reflexivo, criativo, questionador, e especialmente importante do ponto de vista da gestão municipal da Saúde, possibilitando o compartilhamento de experiências e opiniões, além da explanação de dificuldades e desafios enfrentados no dia a dia, proporcionando alternativas de superação dos obstáculos que teremos que enfrentar a curto, médio e longo prazos”, afirmou Allane Rocha.

A coordenadora falou ainda sobre a preocupação do Secretário da SGTES, Milton de Arruda Martins, em dar continuidade às políticas iniciadas na gestão anterior – principalmente em relação à articulação entre a gestão do trabalho e a educação em saúde – reforçada por novas ideias, contribuindo assim para a formação, alocação, qualificação e democratização das relações de trabalho. Segundo ela, Arruda reconheceu também, no Encontro, que as políticas de gestão do trabalho ainda precisam melhorar, ao dizer que “o SUS não existe sem as pessoas que trabalham nele e olhar para essas pessoas é uma prioridade para sua consolidação”.
Alanne Rocha destacou também a apresentação da diretora do Departamento de Gestão da Regulação do Trabalho (DEGEST), Denise Motta Dau, que citou as dificuldades enfrentadas pelo setor nos processos de regulamentação e regulação do trabalho, como planos de carreira e o direito à negociação coletiva no setor público. Para a diretora, é preciso combinar ações nas esferas municipal, estadual e federal para a fixação dos profissionais – com uma política de valorização do trabalhador – e dar continuidade às políticas de educação permanente.