A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tem desvalorização nesta quarta-feira (15). Às 10h22, o Ibovespa caía 0,83%, aos 61.688 pontos.

Na terça-feira (14), o Ibovespa teve alta de 0,29%, aos 62.204 pontos. O giro foi mais uma vez pouco expressivo, ao somar cerca de R$ 5 bilhões.

No mercado americano, as bolsas tiveram ganhos acima de 1%. O índice Dow Jones subiu 1,03% e rompeu os 12 mil pontos. O Nasdaq, por sua vez, se apreciou em 1,48% e o S&P 500 teve alta de 1,26%.

Nesta quarta-feira, os mercados acionários continuam pressionados pela situação europeia, já que o risco de default da Grécia não sai do foco. Além disso, indicadores econômicos americanos, que têm desapontado ao mostrar uma recuperação que ainda "patina", também têm pesado sobre o humor dos investidores.

As principais bolsas asiáticas fecharam os negócios divididas. Enquanto os mercados acionários de Hong Kong e de Xangai tiveram perdas, o de Tóquio mostrou valorização.

Na Europa, as bolsas operam no "vermelho" nesta manhã, na mesma direção dos índices futuros americanos e das commodities.

A agenda do dia reserva dados de inflação ao consumidor, além de indicadores de produção industrial e a variação nos estoques de petróleo e derivados, todos nos Estados Unidos.

Na Europa, os agentes estão à espera do resultado da votação de novas medidas de austeridade pelo Parlamento grego.

Logo cedo, a agência de estatísticas Eurostat apontou que a produção industrial teve alta de 0,2% na zona do euro entre março e abril e registrou elevação de 0,1% na União Europeia, no mesmo período. Em março, a atividade fabril havia ficado estável na região da moeda comum e caído 0,2%, no bloco europeu.

Entre as notícias negativas, a Moody's colocou os ratings de força financeira, de depósito e da dívida de longo prazo dos bancos franceses Crédit Agricole, BNP Paribas e Société Générale em revisão para possível rebaixamento, por causa de sua exposição à crise da dívida da Grécia.