A nuvem de cinza vulcânica que voltou a atingir a Argentina, o Uruguai e uma parte do município brasileiro de Chuí, no extremo sul, deve ficar restrita à região.
Segundo o mais recente boletim emitido pelo Volcanic Ash Advisory Centres da Argentina, instituto responsável pelo monitoramento da situação no Cone Sul, a nuvem não deve avançar sobre o espaço aéreo brasileiro, mantidas as atuais condições atmosféricas.
No áudio abaixo, o gerente nacional de fluxo de tráfego aéreo do CGNA (Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea), Major Aviador Ricardo Brito, confirma a informação e destaca que não há previsão de que o espaço aéreo brasileiro seja atingido pela nuvem.