Aos 28 anos, o carioca Diego Nunes está no auge da carreira. Com um cartel de 16 vitórias e apenas uma derrota, incluindo o triunfo em sua estreia no UFC contra o ex-campeão do WEC Mike Thomas Brown, o brasileiro se prepara para o duelo mais importante da carreira.
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Escalado para a segunda luta mais importante do UFC 131 contra o experiente Kenny Florian, Nunes, caso vença, será alçado para a posição de possível desafiante ao cinturão dos penas (65 kg), em poder de seu parceiro de treinos Zé Aldo.
Na contramão da postura das maioria dos brasileiros em ação no MMA, o atleta afirmou, em entrevista ao site MMA Junkie, que, apesar da amizade, enfrentaria o campeão caso o evento queira.
- Só o tempo dirá se estou classificado [para a disputa]. Se o UFC acha que eu deva lutar com o Zé Aldo, eu vou ter de lutar. Este é o meu trabalho, e é assim que eu coloco comida na mesa.
Embora seja apontado a grande zebra do embate, o brasileiro tem uma vantagem contra o rival: está acostumado com a categoria. Por sua vez, Florian, que figurou entre os tops dos pesos leves (70 kg), fará sua estreia entre os galos.
Sabendo desta vantagem, Nunes não se incomoda com o fato de ser considerado azarão nas bolsas de apostas.
- Sou da nova geração. As pessoas podem não me conhecer ainda, mas vão depois dessa luta. Estou muito motivado para ir lá e dizer a todos que não sou apenas o azarão. É minha chance de mostrar ao mundo quem eu sou.