O Procon-SP informou nesta terça-feira (10) que realizou, na última semana de abril, uma operação para fiscalizar itens de saúde e beleza - como cosméticos, perfumes e maquiagens - em salões de cabeleireiros e academias da cidade de São Paulo. Os fiscais visitaram 190 locais e encontraram irregularidades em 14 deles.
Os principais problemas encontrados foram falta ou inadequação da informação do preço dos produtos (com nove notificações), determinação de um limite mínimo para pagamentos com cartão de crédito ou débito (com três autuações) e ausência de exemplar do CDC (Código de Defesa do Consumidor) para os clientes (também com três registros).
Ao todo, foram identificados 15 práticas que iam de encontro ao CDC – o número de irregularidades pode ser maior que a quantidade de empresas autuadas porque um único estabelecimento pode ter apresentado mais de um problema.
Interior e litoral
No interior e no litoral do Estado, o Procon-SP fiscalizou lojas e salões de beleza nas cidades de Bento de Abreu, Guararapes, Mirandópolis, Pirapozinho, Presidente Prudente, Santo Anastácio, Valparaíso, Guarujá, Praia Grande, Santos, São Vicente, São José dos Campos, Taubaté, Sorocaba e Votorantim.
Ao todo, 174 estabelecimentos foram visitados, dos quais 55 foram autuados. O total de irregularidades foi de 76 e a principal foi a falta ou inadequação da informação de preço.
Penalidades
Os salões de beleza receberam um documento que identifica a infração e responderão a processo administrativo, com direito a defesa. No entanto, podem, ao final, serem multados com base no CDC, mas sem o risco de suspensão temporária de atividade. As multas vão de R$ 405 a cerca de R$ 6 milhões.
O Procon-SP realizou, na última semana de abril, uma operação para fiscalizar itens de saúde e beleza - como cosméticos, perfumes e maquiagens - em salões de cabeleireiros e academias da cidade de São Paulo. Os fiscais visitaram 190 locais e encontraram irregularidades em 14.
Ao todo, foram identificados 15 práticas que iam de encontro ao CDC (Código de Defesa do Consumidor) – o número de irregularidades pode ser maior que a quantidade de empresas autuadas porque um único estabelecimento pode ter apresentado mais de um problema.
O Procon-SP informou nesta terça-feira (10) que realizou, na última semana de abril, uma operação para fiscalizar itens de saúde e beleza - como cosméticos, perfumes e maquiagens - em salões de cabeleireiros e academias da cidade de São Paulo. Os fiscais visitaram 190 locais e encontraram irregularidades em 14 deles.
Os principais problemas encontrados foram falta ou inadequação da informação do preço dos produtos (com nove notificações), determinação de um limite mínimo para pagamentos com cartão de crédito ou débito (com três autuações) e ausência de exemplar do CDC (Código de Defesa do Consumidor) para os clientes (também com três registros).
Ao todo, foram identificados 15 práticas que iam de encontro ao CDC – o número de irregularidades pode ser maior que a quantidade de empresas autuadas porque um único estabelecimento pode ter apresentado mais de um problema.
Interior e litoral
No interior e no litoral do Estado, o Procon-SP fiscalizou lojas e salões de beleza nas cidades de Bento de Abreu, Guararapes, Mirandópolis, Pirapozinho, Presidente Prudente, Santo Anastácio, Valparaíso, Guarujá, Praia Grande, Santos, São Vicente, São José dos Campos, Taubaté, Sorocaba e Votorantim.
Ao todo, 174 estabelecimentos foram visitados, dos quais 55 foram autuados. O total de irregularidades foi de 76 e a principal foi a falta ou inadequação da informação de preço.
Penalidades
Os salões de beleza receberam um documento que identifica a infração e responderão a processo administrativo, com direito a defesa. No entanto, podem, ao final, serem multados com base no CDC, mas sem o risco de suspensão temporária de atividade. As multas vão de R$ 405 a cerca de R$ 6 milhões.
O Procon-SP realizou, na última semana de abril, uma operação para fiscalizar itens de saúde e beleza - como cosméticos, perfumes e maquiagens - em salões de cabeleireiros e academias da cidade de São Paulo. Os fiscais visitaram 190 locais e encontraram irregularidades em 14.
Ao todo, foram identificados 15 práticas que iam de encontro ao CDC (Código de Defesa do Consumidor) – o número de irregularidades pode ser maior que a quantidade de empresas autuadas porque um único estabelecimento pode ter apresentado mais de um problema.