A mãe de um menino assassinado em 1964, cujo corpo nunca foi encontrado, fez um apelo em vídeo para que o assassino revele onde ele está enterrado antes que ela morra de câncer.

No DVD, Winnie Johnson, de 77 anos, diz ao assassino confesso, Ian Brady, que foi diagnosticada com câncer de útero, que tem pouco tempo de vida e que precisa enterrar seu filho, Keith Bennett, morto aos 12 anos de idade.

Brady e sua namorada na época, Myra Hindley, receberam sentença de prisão perpétua em 1966 pela morte de três outras crianças. Mais de 20 anos depois, em 1987, Brady confessou também ter matado Keith e outra vítima, Pauline Reade, de 16 anos, em um caso que ficou famoso em todo o país.

O casal teria sequestrado o menino quando ele caminhava para a casa da avó. Keith teria então sofrido abuso sexual antes de ser morto e enterrado em colinas no Saddleworth Moor, no norte da Inglaterra.

Pouco tempo após a confissão, o assassino mostrou à polícia onde Pauline estava enterrada, mas nunca revelou a localização do corpo de Keith, fazendo com que a mãe do menino, Winnie Johnson, passasse décadas procurando por ele.