A construção de uma "praia artificial" em um sítio que pertence ao prefeito de Palmas (TO), Raul Filho (PT), foi interrompida pela Justiça.
Segundo o Ministério Público Federal, o prefeito não tinha licença ambiental para realizar obras na área, que é de preservação permanente.
Na ação, a Procuradoria pede a demolição das construções do sítio, localizado no município de Miracema do Tocantins (a 74 km de Palmas) e o desmanche da área onde foi construída a "praia", uma faixa de areia com 8 metros de largura e 45 de comprimento.
A Justiça atendeu o pedido apenas parcialmente e mandou que o prefeito não fizesse mais obras em seu sítio, que fica às margens do lago de uma usina hidrelétrica.