O presidente da França, Nicolas Sarkozy, assegurou neste domingo que seu país nunca aceitará "o ditado dos terroristas ou do terrorismo", após a morte de dois reféns franceses, sequestrados no Níger na sexta-feira passada.

O chefe de Estado francês qualificou o "assassinato" dos dois jovens de 25 anos, sequestrados em um restaurante de Niamey, como um "ato bárbaro".

"Este odioso crime reforça a determinação da França em sua luta sem descanso contra o terrorismo e contra os terroristas. As democracias não podem aceitá-los", acrescentou Sarkozy.

Ele acrescentou que as nações democráticas devem lutar "contra estes bárbaros chegados de outra época que querem aterrorizar o mundo inteiro".

O presidente não esclareceu as circunstâncias da morte dos dois jovens.