Moradores do Conjunto de Favelas do Alemão, na Penha, Zona Norte do Rio, ouviram tiros pela primeira vez desde a ocupação da região por Forças de Segurança, mas a reação foi um pouco diferente de outros tempos. “Foram muitos tiros, só não fiquei assustado porque parecia que era distante de minha casa. Ecoou alto o barulho dos disparos”, disse um morador que acordou com o barulho, mas acrescentou que os disparos não aconteceram dentro da favela.
Segundo militares do Exército e policiais civis, os disparos na madrugada desta quarta-feira (1º) ocorreram entre as comunidades da Fazendinha e Nova Brasília. Essa foi a primeira vez que traficantes mostraram poder de fogo após a ocupação da região. Para se proteger, soldados do Exército empilharam sacos de areia como barricada. Ninguém ficou ferido.
Na Rua Dona Emília, na Fazendinha, uma tropa do Exército montou bloqueios para fazer revistas em pessoas que entram e saem da comunidade.
Moradores do Conjunto de Favelas do Alemão, na Penha, Zona Norte do Rio, ouviram tiros pela primeira vez desde a ocupação da região por Forças de Segurança, mas a reação foi um pouco diferente de outros tempos. “Foram muitos tiros, só não fiquei assustado porque parecia que era distante de minha casa. Ecoou alto o barulho dos disparos”, disse um morador que acordou com o barulho, mas acrescentou que os disparos não aconteceram dentro da favela.
Segundo militares do Exército e policiais civis, os disparos na madrugada desta quarta-feira (1º) ocorreram entre as comunidades da Fazendinha e Nova Brasília. Essa foi a primeira vez que traficantes mostraram poder de fogo após a ocupação da região. Para se proteger, soldados do Exército empilharam sacos de areia como barricada. Ninguém ficou ferido.
Na Rua Dona Emília, na Fazendinha, uma tropa do Exército montou bloqueios para fazer revistas em pessoas que entram e saem da comunidade.