O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, figura na sexta posição em um ranking de “pensadores globais” divulgado neste domingo (28) pela revista Foreign Policy. A lista completa – encabeçada pelo fundador da Microsoft, Bill Gates, e pelo bilionário investidor americano Warren Buffet - sai na edição de dezembro da publicação americana.
Celso Amorim, titular da pasta durante os dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi o ministro a ocupar por mais tempo o cargo.
Segundo a revista, Amorim fez o máximo para transformar o Brasil – “antes visto como o eterno país do futuro” – em uma potência internacional durante os seus dois mandatos. E afirma que o ministro construiu uma política independente, ao adotar uma política nem tão contrária nem submissa aos Estados Unidos.
A Foreign Policy cita esforços da política externa liderada por Amorim nas conversas sobre o clima, em que adotou posição crítica aos países desenvolvidos, e o acordo sobre o programa nuclear iraniano costurado com a Turquia. De acordo com a publicação, esse acordo, apesar não ter alcançado sucesso, “colocou o Brasil no mapa”.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, figura na sexta posição em um ranking de “pensadores globais” divulgado neste domingo (28) pela revista Foreign Policy. A lista completa – encabeçada pelo fundador da Microsoft, Bill Gates, e pelo bilionário investidor americano Warren Buffet - sai na edição de dezembro da publicação americana.
Celso Amorim, titular da pasta durante os dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi o ministro a ocupar por mais tempo o cargo.
Segundo a revista, Amorim fez o máximo para transformar o Brasil – “antes visto como o eterno país do futuro” – em uma potência internacional durante os seus dois mandatos. E afirma que o ministro construiu uma política independente, ao adotar uma política nem tão contrária nem submissa aos Estados Unidos.
A Foreign Policy cita esforços da política externa liderada por Amorim nas conversas sobre o clima, em que adotou posição crítica aos países desenvolvidos, e o acordo sobre o programa nuclear iraniano costurado com a Turquia. De acordo com a publicação, esse acordo, apesar não ter alcançado sucesso, “colocou o Brasil no mapa”.