No Equador, a homossexualidade é muitas vezes considerada uma "doença que pode ser curada", ou ao menos isso é o que prometem clínicas ilegais que aceitam jovens, normalmente internados a força por seus pais, como afirmam autoridades e associações de gays no país.
Uma jovem de 21 anos foi internada pela mãe em uma clínica por ser lésbica, com a esperança de que os especialistas conseguissem mudar sua orientação sexual e deixasse sua namorada.