Por questões de saúde, o candidato ao Governo, Ronaldo Lessa (PDT), não compareceu à sabatina da TV Pajuçara, nesta sexta-feira (22). Em seu lugar, o vice da chapa, Joaquim Brito (PT), respondeu as perguntas levantadas por especialistas, sobre questões pontuais do Estado. No comparativo entre as duas gestões – tucana e pedetista -, o petista declarou que Alagoas precisa deixar a ‘Era FHC’ e entrar na ‘Era Lula’.
“Uma coisa é certa, em um novo Governo de Lessa, Alagoas terá muito mais a crescer. O Governo Federal nunca investiu tanto no Estado, são programas como ‘Luz Para Todos’, ‘Minha Casa, Minha Vida’, entre outros. Agora, está mais fácil governar, colocar o estado nos trilhos. Investir na Educação se torna prioridade, a Segurança é imprescindível, é preciso deixar a Era FHC e entrar, de vez, na Era Lula”, alfineta o vice.
Sob este argumento, Brito relembra que só no Governo Lessa, 150 mil alunos estavam em salas de aula na rede de ensino estadual. “Ele criou mais 110 mil novas vagas, abriu 40 novas escolas, desenvolveu leis de incentivos aos profissionais e permitiu que as escolas fossem mais atraentes para os alunos. É preciso assegurar uma Educação da mais ampla e irrestrita qualidade”, adianta o petista.
Para tanto, ele destaca Escolas de tempo integral como um compromisso, “que não se abre mão”.
Porque, para o vice de Lessa, são iniciativas como esta que permitem uma Educação de melhor qualidade, afastando os jovens das ruas e, consequentemente, das drogas: “aprofundando o saber e permitindo uma melhor condição para que o aluno se forme”, salientou o candidato.
Com relação à Saúde, Joaquim Brito declarou como emergencial desafogar o Hospital Geral do Estado (HGE). “O único local onde temos atendimentos mais ‘aprofundados’ é o HGE. No nosso Governo, o Estado terá as Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Assim como todo o país e aqui ainda não tem nenhuma. Com uma política de valorização do profissional, poderemos conseguir ótimos resultados”, esclareceu.
Ao ser provocado, pelo fato do Detran ser considerado como a ‘assembleinha’, Brito foi enfático. “É preciso moralizar o órgão. Traçar um Plano de Cargos e Carreiras (PCC) e evitar que o Departamento se torne um balcão de negócios. É histórico usá-lo como instrumento de barganha, no entra e sai de Governo, a questão continua. É preciso por um fim nesta questão”, sentencia.
