Disfarçada de aluna, uma policial gravou uma a negociação para fraudar exames para tirar a carteira de habilitação em uma autoescola de Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Na gravação, o funcionário explica a obrigatoriedade de fazer as 45 aulas teóricas, mas apresenta uma alternativa para que não seja necessário que a aluna compareça. As informções são do jornal SPTV.

O funcionário explica que a aluna poderia pagar R$ 1,5 mil para que sua impressão digital fosse registrada em um pedaço de silicone que seria usado no leitor biométrico, registrando sua presença. No local, foram encontrados 13 dedos de silicone. O delegado Luiz Roberto Zampieri disse que tanto os donos da autoescola, quanto os alunos serão indiciados em inquérito por falsidade ideológica.