Depois dos 60 anos, o professor de direito Afonso Lins, de Manaus, ganhou uma mania inusitada: ele passou a colecionar caixas de fósforo. Hoje, são mais de 30 mil exemplares de diferentes formas, tamanhos e vindos de diversas partes do mundo.
A mania começou por acaso. “Comecei minha coleção pela caixa de fósforos Amazonas, que ainda guardo. Há também uma caixa de fósforo de uma refinaria de petróleo", diz.
Lins se recorda da história de cada uma de suas caixas. Para conseguir uma delas, com o símbolo do signo de sagitário, ele teve que comprar 12 caixas de outro colecionador. Investiu R$ 200.
As caixas de fósforo mais raras foram encontradas via internet. Mas a família, sempre que viaja, também traz exemplares. A maior parte da coleção está catalogada e mantida em plásticos para evitar danos.