A ação da ‘Frente Popular’ que tenta proibir a execução da música de campanha de seu adversário, Fernando Collor de Melo (PTB), não está sendo levada a sério entre os partidários do senador. A reportagem do Cada Minuto entrou em contato com o articulador da Chapa, Euclides Mello, para saber o que ele achava sobre a determinação.

“Eu acho é graça. Interessante é que existem milhões de Lula e de Dilma. Como eles têm certeza de que estamos falando do presidente e de sua candidata, a ex-ministra”, disparou Euclides. Ele cita como exemplo, inclusive, o caso de pessoas próximas à coligação.

“Por exemplo, o irmão do Álvaro Vasconcelos é conhecido como Lula e ele apóia o Collor. Dilma então, não dá nem para contar”, explicou o aliado de Collor. Enquanto isso, a assessoria do PDT, de Ronaldo Lessa, acredita que quem vai ‘rir por último’ é a Justiça.

“Quem vai decidir isso é a Justiça. Acreditamos nisso e faz parte do processo eleitoral”, declarou a assessoria.

A ação

A ação impetrada pela Frente Popular se sustenta no fato de que o uso da imagem do presidente Lula e, até mesmo, da candidata Dilma só pode ser feita por partidos aliados. A decisão foi proferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em uma ação movida por um candidato do Mato Grosso (MT).