O presidente cubano, general Raúl Castro, afirmou hoje que seu país prefere "desaparecer" a aceitar a "chantagem" de Estados Unidos e Europa com "manipulações" sobre a vigência dos direitos humanos na ilha.
"Este país jamais será dobrado. Antes prefere desaparecer, como demonstramos em 1962", disse o governante em alusão à chamada "Crise dos Mísseis", o clímax da Guerra Fria.