O pai do cantor Michal Jackson, Joe Jackson, afirmou em uma entrevista a publicação alemã “Bild am Sonntag” que poderia ter salvo a vida do rei do pop, caso os seguranças o tivessem deixado se aproximar do filho semanas antes da morte.

Joe afirmou que sabia que o filho tomava há 25 anos analgésicos fortes, desde que sofreu queimaduras durante a gravação de um comercial de TV. O patriarca da família Jackson disse que “tentou de tudo” para se aproximar do cantor, porém era impedido pelos seguranças de entrar na mansão em que o filho vivia.

Joe Jackson ainda disse que comentou com a mulher, Katherine Jackson, que eles deveriam tirar o filho da casa, ou ele morreria logo. De acordo com ele, uma semana depois disso, Michael faleceu.

O pai de Michael falou que lamenta o fato do filho ter sido “usado e destruído” por pessoas em que o rei do pop confiava. Joe Jackson afirmou que ainda não chorou desde que soube da morte do filho, ele diz que “chora por dentro”. “As lágrimas só saem quando ouço Michael cantar”, disse.

Questionado sobre os supostos maus-tratos contra os filhos, Joe Jackson afirmou que “dava alguns tapas”, mas que isso era normal até na escola. Ele acrescentou que hoje os métodos de criação são diferentes e que faria de outra maneira.