A marolinha que o presidente Lula definiu minimizando os efeitos da crise financeira internacional chegou com prenuncio de tempestade e atinge a todos: A União, o Estado, os municípios e o setor privado com especialidade.
Há exatos 80 anos o mundo foi surpreendido com a quebradeira causada pela falência da Bolsa de Valores de Nova Iorque, o centro financeiro internacional. A causa da crise de 1929 não é diferente da crise de 2009 - ainda que os personagens envolvidos sejam outros.
Em 1929, ficou conhecida a frase de um investidor desconfiado que retirou todo seu investimento da Bolsa de Valores alegando que: quando até engraxate está comprando ações, é sinal que algo de errado está acontecendo.
Não se trata de discriminação social; engraxate também é filho de Deus e pode poupar para investir. O que a figura quis dizer é o que se vê hoje com um mega investidor preso por ter enganado seus clientes - e os clientes que, sedentos por lucro fácil, foram na conversa do espertalhão.
A crise está apenas começando; igual a 1929, ela (a crise) deu os primeiros sinais no ano anterior.
O momento é sério e a marolinha que o presidente Lula definiu pode inundar a vida do País e das pessoas com gravidade. O momento é de reflexão; o governador Téo Vilela e o prefeito Cícero Almeida, para não dizer todos os administradores públicos e privados, devem se colocar em alerta.
Para onde vamos? Pois é; quem tiver capacidade de indicar a saída, por favor, se pronuncie. Ou o amigo internauta acredita na marolinha do presidente Lula?
