Vanessa Alencar

Impeachment: Collor e Biu estão inscritos para discursar

Foto: Agência Senado/Montagem B22d9377 da12 4ccd 8591 ab01e7ae7e75 Benedito de Lira e Fernando Collor

Os senadores alagoanos Fernando Collor (PTC) e Benedito de Lira (PP) estão entre os 55 inscritos para discursar na sessão desta terça-feira, 9, no Senado Federal, para decidir sobre o parecer da comissão pelo impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

Conforme a lista divulgada pela Agência Senado, Collor será o 25º a falar e Biu, o 42º. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB) não está entre os oradores.

Cada senador inscrito poderá discursar por até dez minutos.

A comissão de transição numa terra de paixões

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto/Arquivo 23c7afac e9b6 4647 83ef 51aab46d27d1 Renan Filho (PMDB) e Téo Vilela (PSDB)

Durante o Ciclo de Palestras sobre Final de Mandato, promovido ontem, 8, pela Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), o Ministério Público Estadual de Alagas (MPE/AL) sugeriu a criação de uma legislação para regulamentar o processo de transição do mandato de um prefeito para outro.

Segundo divulgado pela assessoria de Comunicação do MPE, o promotor de Justiça José Carlos Castro, coordenador do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público, destacou a necessidade da criação, nas prefeituras, de comissão de transição, onde o gestor que está encerrando o mandato possa detalhar a situação do Município para o novo prefeito.

A proposta do promotor é que os próprios prefeitos elaborem e encaminhem às câmaras municipais uma lei sobre um assunto.

A ideia é boa - foi produtiva entre os governos Téo Vilela (PSDB) e Renan Filho (PMDB) - e nada impede que seja adotada na esfera estadual e/ou federal.

Só tem um problema: como vai funcionar uma comissão dessas em alguns locais, digamos, um pouco mais movidos por paixões políticas, onde prefeito tem que tomar posse no meio da rua porque a Câmara foi fechada ou ministro tem que pular portão para entrar na cidade de um adversário político?.

País tem 12% de vereadoras e prefeitas; Confira números de Alagoas

Foto: Ascom/CMM/Arquivo 02b230f2 c303 4a2d a06a 1aa7a74fc2ca

O percentual de vereadoras e de prefeitas eleitas em 2012 no País é de 12%, segundo levantamento realizado pelo Instituto Patrícia Galvão e apresentado nesta segunda-feira, 8, em São Paulo, durante o Seminário Desafios para a Igualdade de Gênero nas Eleições Municipais de 2016.

Neste contexto, a Câmara Municipal de Maceió (CMM) está acima da média nacional. Dos 21 vereadores, seis são mulheres, o que representa quase 30% da composição da Casa.

Já em relação às prefeituras, o número é mais próximo do nacional, já que, em 2012, foram eleitas cerca de 16% de prefeitas para o universo de 102 municípios.

De acordo com os dados apresentados pelos estudiosos, a participação feminina vem aumentando na política desde o pleito de 2004. Se tal crescimento for mantido, a expectativa é que, este ano, o número de mulheres eleitas ultrapasse os 12% das eleições municipais anteriores.

SMTT divulga alerta a caçadores de Pokémon

Foto: Divulgação/Secom/Maceió 00028aab d864 4ab1 87b7 30b2ae8d6eaf Pokémon Go

Preocupada com as possíveis consequências da febre Pokémon Go nas vias públicas, a  Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Maceió divulgou, por meio de sua assessoria de Comunicação, um alerta para pedestres e condutores

Lembrando que os motoristas não devem utilizar celular ao volante, o órgão de trânsito destaca que a infração pode render multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira.

Para o pedestre, em outras palavras, o recado é direto: preste atenção para não ser atropelado.

Isso sem contar na questão da segurança pública: pipocam em todo o País relatos de “caçadores” que tiveram seus aparelhos celulares roubados ou furtados durante a brincadeira.

JHC e os “gatinhos” da Assembleia

No lançamento de sua candidatura a prefeito de Maceió, nesta sexta-feira, 5, o deputado federal JHC (PSB) exibiu, em vídeo, uma retrospectiva de sua breve trajetória política, com foco nas denúncias feitas por ele em 2013 contra a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, comandada pelo então deputado Fernando Toledo – hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.

JHC lembrou que, na época, quando era deputado estadual, tentaram lhe alertar de que estava brigando contra os leões, mas, que os reis da selva viraram todos “gatinhos”.

A historinha antecedeu o recado: “Não vou negligenciar diante do que é preciso fazer”.

Heloísa Helena confirma ausência do pleito e apresenta candidatos da Rede

Foto: Reprodução 8547b7b8 ee3f 4629 912f 123b3b8b78c0 Heloísa Helena e pré-candidatos da Rede

A vereadora Heloísa Helena (Rede) confirmou, nesta quinta-feira, 4, o que já havia anunciado desde o ano passado: não irá disputar nenhum cargo no pleito de outubro. Em suas redes sociais, ela apresentou os pré-candidatos do partido a uma vaga na Câmara Municipal de Maceió (CMM) e disse que a Rede Sustentabilidade não terá candidato a prefeitura, nem indicará nomes.

“Não serei candidata este ano, mas seguirei lutando nas batalhas cotidianas, ajudando Marina Silva na estruturação da Rede e aos nossos candidatos à Câmara Municipal”, destacou a vereadora.

Ao apresentar os pré-candidatos da Rede - Átila Vieira, Gerson Odilon, Igbonan Rocha, Lua Beserra, Luceli Mergulhão, Raquel Remígio e Rosinha Pereira – Heloísa frisou que se trata de um grupo pequeno, mas, “honrado, corajoso e socialmente comprometido com a construção de novos e melhores caminhos para nossa cidade”.

A vereadora também mandou um recado para os eleitores: “Tomara a maioria dos eleitores não se predisponham – como em outros momentos o fizeram – a escolher ladrões dos cofres públicos e oportunistas para as instâncias de decisão política! Tomara os eleitores conscientes compreendam a importância do processo eleitoral e não desanimem diante de tanta impunidade e banditismo político! Reconhecemos que é dificílimo atingir o coeficiente sem ceder às alianças eleitoreiras, sem manipulação e compra de votos, pois já vivenciamos a tristeza de identificar a vitória de bandidos e a derrota de pessoas honradas, mas seguimos firmes com a persistência dos que não se vendem nem se rendem!”.

Ex-ministro traça paralelo entre impeachments de Collor e Dilma

Foto: Agência Senado 4e49deb7 3767 4962 9cdc 85061c4e0a48 Senador Fernando Bezerra

Ao manifestar seu voto favorável ao relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB/MG) pelo afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Fernando Bezerra (PSB/PE) - ex-ministro da presidente e um dos investigados na Lava Jato - traçou um paralelo entre o clima atual e o vivenciado em 1992, quando Fernando Collor foi afastado da presidência.

Em sua fala nesta quinta-feira, 4, na Comissão de Impeachment, Bezerra lembrou que, na condição de deputado federal, também votou favorável ao impeachment de Collor.

“Naquele momento, a democracia brasileira dava seus primeiros passos após o processo de reconstitucionalização do País... Muitas vozes se levantaram para saber se não seria um erro, um equívoco, já declarar impedido o primeiro presidente eleito pela vontade legítima e soberana da jovem democracia brasileira”, lembrou.

O senador acrescentou:

“Ontem, como hoje, muitos também se levantam para saber se não é um excesso declarar o impedimento da presidente Dilma Rousseff... O meu voto favorável ao relatório é um voto de esperança na reconstrução do Brasil...”, destacou, deixando claro que não acredita em "equívocos" em nenhum dos dois casos.

Aprovado por 14 votos a 5, o relatório já foi recebido pelo Plenário do Senado, onde passa a tramitar.

Deputados seguem em "recesso" na ALE

Foto: CadaMinuto/Arquivo 1312313356sem energia Plenário vazio

Um dia após o retorno do recesso, a sessão desta quarta-feira, 3, na Assembleia Legislativa (ALE) não aconteceu por falta de quórum. Apenas cinco parlamentares estavam em plenário no momento da chamada, quando são necessários pelo menos nove para abertura dos trabalhos.

Lembrando que ontem, tanto o presidente quanto o vice-presidente da Casa, deputados Luiz Dantas (PMDB) e Ronaldo Medeiros (PMDB), respectivamente,  disseram acreditar que a dinâmica das sessões não seria alterada em virtude do pleito de outubro.

Será?

Como a sessão de terça-feira foi apenas de abertura e amanhã é quinta (dia naturalmente “morno” no plenário), ao que tudo indica os deputados só voltam do recesso mesmo na próxima terça-feira, 9.

Cidoca: o lado doce e amargo de Penedo

Foto: Ascom/ALE/Arquivo 7312c428 f2bd 447c 8e0b a9a0c06c2980 Alcides Andrade, Cidoca

Na sessão desta terça-feira, 2, a primeira após o recesso parlamentar, o deputado estadual Alcides Andrade Neto, o Cidoca (PSD), presentou os jornalistas da Casa de Tavares Bastos e os que cobrem o parlamento com biscoitos doces e salgados produzidos em sua terra natal, Penedo.

O parlamentar adoçou o “aquário” – forma carinhosa como é conhecido o espaço de onde os jornalistas acompanham as sessões – e guardou o amargo para o prefeito do Município, Marcius Beltrão (PDT).

Em plenário, Cidoca se solidarizou com o Sindicado dos Servidores Públicos Municipais de Penedo (Sindspem), lembrando que, enquanto a prefeitura gastou R$ 2,5 milhões com a festa de Bom Jesus dos Navegantes, acenou com apenas 1% de reajuste para o funcionalismo.

Dantas pega ar com pergunta sobre Albuquerque

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto 1ac35d8a a6ed 449c 9a48 c743cb5a03e2 Deputado Luiz Dantas

A ausência do deputado Antônio Albuquerque (PTB) em plenário na sessão desta terça-feira, 2, a primeira após o recesso, frustrou a expectativa de alguns jornalistas que esperavam repercutir a decisão do Tribunal de Justiça, divulgada ontem, determinando o bloqueio dos bens do parlamentar, no processo relacionado a empréstimos realizados em 2006 na Casa de Tavares Bastos.

Questionado por uma repórter sobre o assunto, o presidente da Casa, deputado Luiz Dantas (PMDB) pegou ar, como se diz no popular.

A jornalista perguntou o que o presidente achava do assunto, afirmando que o segundo semestre já começava com “polêmica” envolvendo o parlamento.

A resposta:

“Não envolve a Assembleia Legislativa, para começar. Essa pergunta deveria ser dirigida ao deputado que a senhora faz referência... Não é uma pergunta que se faça a mim, ao presidente da Casa”.

Diante da insistência, completou:

“Eu acho que você deveria fazer a pergunta ao deputado que está sendo mencionado... Que a senhora quase cita o nome. Quando ele chegar a senhora faz essa pergunta diretamente a ele”.

O clima pesou.

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