Leonardo Dias

Bolsonaro e o silêncio seletivo dos Movimentos Feministas

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Não é novidade para ninguém que os Movimentos Feministas odeiam Bolsonaro, a quem acusam de ser machista, misógino e até mesmo estuprador. Tem sido assim desde 2003, quando houve a célebre discussão com a Deputada Maria do Rosário (PT), no salão verde da Câmara Federal.

É importante registrar que, embora seja vítima destas acusações, Bolsonaro apresentou Projetos de Lei prevendo a castração química e o endurecimento da pena para quem pratica esse crime.

Enquanto o Código Penal não avança, contando para isso com o apoio da esquerda e de suas políticas de desencarceramento, os bandidos fazem a festa. Bradam defender as mulheres, mas as suas ações legislativas são pautadas em favor dos criminosos.

Os Movimentos Feministas, tão “empoderados” ao lutar contra Bolsonaro, se calam diante da atuação desses parlamentares. E o silêncio não para por aí.

Na semana passada, Dr. José Hilson de Paiva, médico na pequena cidade de Uruburetama/CE, foi denunciado pelo Fantástico de ter abusado dezenas de pacientes em seu consultório. Preso desde a última sexta-feira, o médico confessou os crimes e revelou que fez as filmagens dos atos sexuais durante TRINTA ANOS.

As primeiras denúncias contra o médico datam de 1994, mas o caso foi arquivado. Várias mulheres não denunciaram o criminoso por medo ou ainda, por depender dele para seguirem empregadas.

Misoginia! Machismo! Estupro!

Mas então, por que os movimentos feministas não se levantaram e usaram esse caso como bandeira de luta? Nenhum filtro nas redes sociais, nenhuma “resistência”! Todo mundo soltou a mão de todo mundo? Por quê?

Simples. Porque além de ser médico, o criminoso é prefeito da cidade, tendo sido eleito pelo PCdoB – Partido Comunista do Brasil.

É óbvio que não é o fato de estar no PCdoB que o torna criminoso. Gente ruim tem em todo lugar, em todo partido. Não se trata disso.

O que se pretende colocar luz aqui é sobre a seletividade daqueles que dizem defender as mulheres, mas fazem isso apenas quando o agente criminoso não é um “dos seus”. A ferocidade com que estes Movimentos atacam Bolsonaro, embora não pese nenhuma acusação contra ele, contrasta com o silêncio sepulcral diante dos crimes confessados pelo prefeito do PCdoB.

Não é à toa que muitas mulheres não se sentem representadas pelas feministas e dispensem a gritaria daqueles que desejam utilizá-las como massa de manobra para alcançar fins políticos.

Lugar de mulher, é onde ela quiser, inclusive longe da incoerência dos Movimentos Feministas.

 

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Mais Vereadores: É você quem vai pagar essa conta!

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Sorria, Maceió! Hoje é um dia de alegria!

Nossos iluminados vereadores finalmente atenderam ao nosso desejo de ver mais políticos usufruindo de altos salários, verbas indenizatórias, cargos comissionados e outros privilégios! O que mais poderíamos desejar, não é mesmo?

Como assim? Você não concorda? Pois é, eu também não.

A discussão a respeito do tema começou ainda no ano passado, mas foi suspensa após o Movimento Brasil, do qual sou um dos líderes, solicitar ao Ministério Público Estadual que acompanhasse o caso.

O assunto voltou ao Plenário apenas no último dia 13, quando foi aprovado em primeira votação e ontem, mesmo com a presença de Movimentos que lutam contra a extorsão estatal contra os seus cidadãos, o fato foi consumado. Estiveram presentes o Movimento Brasil, Livres e o Instituto Conservador de Alagoas.

Entre as argumentações mais criativas dos defensores da aberração, estava a que o aumento não representaria um aumento de despesa. Ora, qualquer pessoa apta a somar dois mais dois sabe que toda conta nova a ser paga, é uma nova despesa.

Se por acaso existia uma folga no duodécimo, que ele fosse devolvido ao Executivo para aplicação em benefício direto da população. Enquanto nossos vereadores preocupam-se com seus futuros mandatos, os maceioenses continuam sofrendo sem creches, sem acesso a um sistema de saúde digno e, ainda pior, com a população de três bairros na iminência de uma tragédia anunciada.

Houve ainda quem defendesse o aumento do número de 21 para 25 vereadores com o argumento que tal medida viria atender ao anseio da população, que se sentiria sub-representada na Casa, por conta do “baixo número” de edis.

Ainda no ano passado, o Movimento Brasil solicitou a realização de uma Audiência Pública para que a população fosse de fato ouvida sobre o tema. Naturalmente que a solicitação não foi atendida. Para quê saber o que o povo pensa, quando temos representantes “tão bem sintonizados” com a necessidade da população, não é?!

Aumentar a quantidade de vereadores pode não ser ilegal, mas é IMORAL!

Se os nossos vereadores estivessem realmente preocupados com a tal sub-representatividade, poderiam começar a mudar esse cenário, por exemplo, comparecendo às sessões plenárias. Convido você, leitor, a assistir às transmissões ao vivo realizadas via facebook na página da Câmara Municipal de Maceió e ver quantos deles se fazem presentes, regularmente. As transmissões ocorrem às terças, quartas e quintas, a partir das 15 horas.

O malabarismo argumentativo para justificar o receio de ficar de fora no próximo pleito desconsidera que o brasileiro acordou para o debate político e não abrirá mão de participar ativamente do processo de reconstrução de nosso país.

E, por fim, para fazer justiça aos vereadores que não referendaram esse absurdo, registro que os vereadores Ana Hora, Francisco Sales, Ronaldo Luz e Galba Neto, foram as únicas vozes contrárias à mais essa conta que seremos obrigados a pagar.

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Greve “Geral”: A luta para que o “tio do picolé” pague a aposentadoria do bancário

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O trabalhador brasileiro teve que acordar mais cedo para conseguir chegar ao seu emprego. Muitos, no entanto, não conseguiram evitar os transtornos. Encontraram em seu caminho barricadas com pneus em chamas e uma dúzia de pessoas vestindo o tradicional “vermelho comunista”.

A chamada do dia era para uma “Greve Geral”, mas acabou limitada aos mesmos sindicatos de sempre.

A principal bandeira: Contra a Reforma da Previdência.

O direito à livre manifestação é garantido pela nossa Constituição, sendo vedados o anonimato e o cerceamento ao direito de ir e vir. Se os sindicalistas querem lutar legitimamente pelos seus direitos, deveriam começar respeitando o direito dos outros.

“Farinha pouca, meu pirão primeiro”, já dizia o ditado popular. Pois bem, esse é o espírito daqueles que são contra a Reforma da Previdência.

A proposta apresentada pelo Governo reduz a contribuição ao INSS de todos os trabalhadores que ganham até um salário mínimo para 7,5%. É mais dinheiro na mão de quem mais precisa. Para estes trabalhadores, o subsídio previdenciário, ou seja, a diferença entre o que o Estado vai pagar durante a aposentadoria e o que o trabalhador pagou durante a sua contribuição, aumentará de R$ 152.950,00 para R$ 153.887,00.

Em contrapartida, se pegarmos um funcionário público com renda de vinte e cinco salários mínimos, o Estado deixará de subsidiar R$ 4.480.607,00 e passará a subsidiar “apenas” R$ 1.569.260,00.

A economia prevista na Reforma da Previdência se dará, justamente, sobre o subsídio que o Estado pagaria aos que passam a vida inteira recebendo altíssimos salários. Estes, se quiserem, que paguem uma previdência privada e complementem sua renda ao fim da vida.

O Estado deve proteger os mais pobres e é isso que a Nova Previdência fará.

Duvida que a luta é por privilégios? Pergunte ao sindicato da educação se eles concordam em se aposentar com a mesma idade de um pedreiro, de um encanador ou do “tio do picolé”? Pergunte ao sindicato dos bancários se eles concordam que a o Estado deixe de subsidiar suas boas aposentadorias e transfira esses recursos para quem ganha até um salário mínimo?

Essa é a luta por trás da fumaça dos pneus que queimam. De que lado você está?

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A LavaJato e a dupla moral da esquerda

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Euforia nos sindicatos. Histeria nas redações da extrema-imprensa. Migalhas de supostas conversas "criminosas" entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol acabam de ser publicadas por um site, até então desconhecido pela grande maioria dos brasileiros.

O mundo jurídico em polvorosa.

Não demora muito e a OAB emite uma Nota onde expressa a sua "perplexidade" e pede o afastamento de Sérgio Moro do Ministério da Justiça. Segundo a Instituição, as conversas publicadas entre os dois, ameaçariam "caros alicerces do Estado Democrático de Direito".

Imediatamente me veio à memoria uma interceptação LEGAL, em que Aécio Neves pedia a Gilmar Mendes uma ajuda, para que o Congresso barrasse um projeto que combatia a Corrupção. Procurei uma nota da OAB a respeito. Não achei.

Da mesma forma, procurei alguma Nota da Instituição referente a uma foto em que Kakay, advogado de defesa de 17 réus da Lava Jato, aparece trajando bermuda nos corredores do STF. Nada.

A única nota encontrada foi a do próprio advogado, onde afirma “(..)eu não entrei em nenhum gabinete e nem despachei com nenhum ministro da corte naquele dia”. (grifo meu)

Vejam o que diz a Lei 8.906/94:

Art. 7º São direitos do advogado:

(...)

VIII - dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada;”

Se o próprio Estatuto dos Advogados estabelece que o acesso aos juízes pode se dar de forma livre, porque a repulsa quando este acesso é exercido por promotores?

Imaginemos que um “hacker” coloque uma câmera em um gabinete de algum magistrado e publique uma conversa privada com um advogado. Ou quem sabe publique uma conversa obtida ilegalmente no Telegram. Que tipo de Nota a OAB publicaria? Afastando o advogado, de forma sumária, sem qualquer tipo de investigação?

O site responsável pelas publicações das supostas conversas, o “The Intercept”, pertence a Glenn Greenwald, que vem a ser companheiro de Davi Miranda, deputado do PSOL que assumiu a vaga deixada por Jean Wyllys. Coincidência?

A extrema-imprensa repercute incansavelmente os supostos diálogos, desconsiderando a origem criminosa das informações e negligenciando o fato de que, quem é capaz de invadir celulares de autoridades, obviamente, é capaz de alterar também o seu conteúdo. Não há, até este momento, um áudio, um vídeo ou mesmo um mísero “print”! Nadica de nada!

Até que se prove o contrário, o único criminoso dessa história é quem roubou as informações - e o Lula, claro, que já foi julgado e condenado não apenas por Sérgio Moro, mas também pelo TRF-4 e pelo STJ, ambos por unanimidade.

Os mesmos que acusaram Moro de usar grampos “ilegais”, agora usam “grampos” ILEGAIS para novamente acusá-lo de ter agido de forma “ilegal”. Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é.

Agora, um fato curioso: No dia 6 de maio, um hacker chamado Tal Prihar, foi preso em Brasília, em uma casa que já pertenceu a ninguém menos que José Dirceu. Mais uma coincidência?

É fundamental que a Polícia Federal identifique quem foi o autor desse ataque e quem o contratou. Se de fato existir alguma veracidade nas informações e seu conteúdo possa ser considerado criminoso, que os envolvidos também sejam investigados e julgados.

Como diz o Ministro Barroso, o que existe de concreto é uma “euforia que tomou os corruptos e seus parceiros”. Nada mais do que especulações, suposições e ilações.

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Universidades Federais: entre o caos e a balbúrdia

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As Universidades Federais, historicamente, sempre foram palco de produção de conhecimento científico, pesquisa e formação dos melhores profissionais do nosso país.

A Universidade Federal de Minas Gerais, por exemplo, formou um dos melhores poetas brasileiros, Carlos Drummond de Andrade.  A lista de ex-alunos da Instituição que contribuíram substancialmente com a sociedade inclui pessoas como Betinho, Ziraldo, Juscelino Kubitschek, Ivo Pitanguy. A lista é imensa.

A expectativa do contribuinte, que é o responsável por manter estas instituições em funcionamento, é exatamente essa: que dentre seus alunos saiam pessoas capazes de auxiliar o desenvolvimento intelectual e científico de nosso país.

A UFMG tem um orçamento de R$ 2.042.901.713,00 (dois bilhões quarenta e dois milhões novecentos e um mil e setecentos e treze reais) para um universo de 48.949 alunos. Isso significa um investimento de R$ 3.477,95 (três mil quatrocentos e setenta e sete reais e noventa e cinco centavos) POR ALUNO POR MÊS! É muito dinheiro!

Naturalmente, esse dinheiro não brota do chão! Ele é fruto dos impostos que pagamos no feijão, no arroz e em absolutamente tudo que produzimos e consumimos. O Estado é uma máquina de extorsão. Em 2019, todos nós tivemos que trabalhar até o dia 2 de junho, apenas para pagar impostos.

Diante dessa realidade, nada mais natural que haja uma indignação completa quando o brasileiro presencia seu caro dinheiro sendo usado para promover o caos e a balbúrdia. Sim, as Universidades Federais viraram “campo criativo” para atividades que passam longe aos interesses da sociedade.

A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), por exemplo, promoveu no dia 17/09/2014 uma “Oficina de Siririca”. No mesmo ano, a Universidade Federal Fluminense (UFF) foi palco de um evento chamado “Xereca Satanik”, onde uma genitália feminina foi costurada, sob o olhar de todos os presentes.

São centenas de exemplos nas redes sociais.

Na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), poucos dias atrás, uma “performance” chamou a atenção dos presentes. Um homem aparentando ter 30 (trinta) anos, fazia poses e gestos, completamente nu, no meio do Campus Maceió. Ali, para todo mundo ver. Quer gostem, quer não.

Infelizmente a balbúrdia não para por aí. Uma operação da Polícia Civil prendeu, semana passada, 3 (três) suspeitos de tráfico de drogas no Diretório Acadêmico de Filosofia da UFMG. Dentro da sala, além das drogas, uma geladeira cheia de cerveja.  Entre os presos está um ex-aluno do curso de química, que, segundo as investigações, utilizaria o laboratório da Instituição para produzir drogas sintéticas.

Sob a omissão (ou anuência) de grande parte dos reitores, muitos deles comprometidos com Movimentos de Esquerda, esses episódios tornaram-se cada vez mais comuns.

É claro que a balbúrdia não é generalizada. Muita coisa boa é produzida dentro das Universidades Federais. No final de 2018, por exemplo, a mesma UFMG foi premiada, pela segunda vez, com o Startup Awards, pelo seu destaque em empreendedorismo.

Mas, tal qual um corpo ferido precisa tratar as feridas que surgem, as Universidades Federais também precisam fazê-lo. O remédio nem sempre é bom. Às vezes, inclusive, é preciso amputar um membro para garantir a sobrevida do corpo.

Se a comunidade acadêmica acha ruim que situações como essas terminem por rotular as Universidades como produtoras de “balbúrdias”, que seus alunos e professores curem essas feridas, cobrando aos gestores que o nosso dinheiro seja investido, exclusivamente, na formação de profissionais que ajudem no desenvolvimento de nosso país.

Direcionar as críticas a nós, financiadores involuntários desse caos, não cicatrizará as feridas.

O brasileiro está farto de pagar tanto imposto e ser escravizado pelo Estado e, por isso, o mau uso do dinheiro público continuará a ser criticado. E é assim que deve ser!

Menos Ecstasy, Mais Drummonds.

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O menino que não era um cachorro no Carrefour.

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Uma notícia chocou o Brasil essa semana.


O garoto Rhuan Maycon, de 9 anos, vivia no Distrito Federal com uma irmã de criação de 8 anos, a mãe Rosana Auri da Silva Candido, 27, e a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28.


Rhuan foi encontrado morto na madrugada de sábado, dia 1 de junho. Não apenas morto, mas esquartejado. Após a sua mãe e sua companheira tentarem triturar os ossos e fritar a carne do corpo para esconder o crime, dividiram as partes da criança em uma mala e duas mochilas.


Essa história terrível foi apenas o desfecho de uma vida de sofrimento para o pequeno Rhuan. Um ano atrás, o menino já teria tido seu pênis decepado em casa, pois a mãe queria transformá-lo em uma menina. O Conselho Tutelar afirma que Rhuan e sua irmã eram ainda obrigados a fazer sexo entre si.


Creio que ninguém, em sã consciência, duvide que este seja um dos crimes mais terríveis dos últimos anos.


Mas, por que este caso não teve tanta repercussão na sociedade?


Em dezembro de 2018, poucos meses atrás, o Brasil assistiu a cenas lamentáveis de um segurança de um grande supermercado espancar um cachorro até a morte. O episódio gerou uma onda de protestos. A OAB chegou a se envolver no caso. O Ministério Público determinou pagamento de uma multa de R$ 1 milhão ao supermercado.


E o menino Rhuan?


Com a palavra, o pai, Maycon Douglas Lima de Castro: "Tentamos salvar o Rhuan. Postamos nas redes sociais, procuramos polícia e Conselho Tutelar. Ninguém nos ajudou”.


Vivemos a humanização dos animais e a desumanização das pessoas.


É claro que ninguém é a favor de maus-tratos a animais, mas, será normal esse tipo de indignação seletiva? Acaso uma criança de 9 anos desperta em nós, menos empatia do que um cachorro?


A discrepância entre os dois casos se dá pura e unicamente por um motivo: AGENDA POLÍTICA.
 

No caso do Carrefour, temos um supermercado multinacional, símbolo máximo do capitalismo selvagem, atacando um pobre ser indefeso. A ira não era tanto pela vida do cachorro, mas sim contra o autor do crime: O Império Capitalista. Não acha? Você viu alguma indignação quando uma pequena pastelaria de imigrantes foi acusada de servir carne de cachorro no Rio de Janeiro, em 2015? Quantos cachorros você acha que eles teriam matado?


No caso do menino Rhuan, o desinteresse é geral. A autoria é de um casal homossexual, levando a loucura da Ideologia de Gênero (onde o gênero é um instrumento flutuante e construído socialmente) até a sua última instância: mutilação de genitália e posterior assassinato com requintes de crueldade, de uma criança com apenas 9 anos de idade.


O silêncio abissal dos Movimentos Feministas e LGBTs já era esperado, diante do perfil dos autores do crime. Mas, onde estavam OAB, Ministério Público e Conselho Tutelar para proteger a criança?
É claro que não é preciso ser um casal homoafetivo para praticar um ato tão covarde. A loucura é democrática e atinge a todos: brancos, negros, índios, ricos, pobres, gays, heteros, ateus e até mesmo a religiosos.


Nenhuma característica pessoal, seja ela uma orientação sexual, cor da pele, crença ou condição social, pode ser responsabilizada pelas más decisões de cada indivíduo.


Indignação é vivermos em um mundo onde a empatia com o sofrimento alheio depende não da dor sofrida, mas da sua própria ideologia e, principalmente, se quem impõe essa dor faz parte de seu “coletivo”.

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