Blog do Vilar

Disbioética: a coletânea que precisa ser lida por médicos e todas as demais profissões...

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Há algum tempo entrevistei o médico Hélio Angotti Neto (publiquei nesse blog), quando ele lançou a obra A Morte da Medicina. Desde então, tornei-me seu leitor sempre presente, seja pelos artigos que publica, seja pelos livros que lança.

O motivo? Angotti – apesar de ter como público maior (creio eu!) médicos ou estudantes de medicina – fala para além deste.

Hélio Angotti Neto tem uma obra que dialoga com as mazelas de nosso tempo, sobretudo quando critica o relativismo moral do secularismo e faz reflexões filosóficas sobre a ética. Ainda que direcionadas à medicina, falam a qualquer ser humano e a qualquer profissão.

As análises sobre o valor da vida e o perigo de olhar o ser humano apenas pela óptica do puro materialismo ao tratar de temas como a eutanásia e o aborto, nos conduzem a uma literatura que atravessa a Filosofia, os clássicos, a História e tantas outras disciplinas do conhecimento que é impossível não sair mais rico de uma de suas obras.

Amanhã, caro leitor, trago aqui um texto mais aprofundado sobre a coletânea Disbioética – que já vai ao volume terceiro. Desde já, entretanto, indico: é leitura fundamental nos tempos atuais, ainda mais quando o tecnicismo da maioria das profissões tem deixado de lado os valores humanísticos.

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Pinto de Luna: o desafio de unir o grupo e mirar nos Calheiros

Arquivo Cadaminuto 4b54fea7 70f4 4e6f a1fd c746e2912dc6 Pinto de Luna

O ex-delegado e ex-superintendente da Polícia Federal, José Pinto de Luna (PROS), tem um grande desafio: unir o grupo da oposição e fazer sua campanha em 20 dias. Não é segredo que, no bloco, não há um norte definido ao redor de uma majoritária.

Tanto que, como já escrevi aqui, o senador Fernando Collor de Mello (PTC) desistiu da candidatura ao Governo do Estado porque antes desistiram com ele.

Pinto de Luna, entretanto, como chega como um nome mais leve pode auxiliar nessa costura para um palanque majoritário. Não há nada em sua biografia, por exemplo, que sirva de desculpas para o deputado estadual e candidato ao Senado Federal, Rodrigo Cunha (PSDB), não subir ao palanque.

Cunha se desgarrou da chapa para não associar sua imagem ao senador Fernando Collor e/ou ao senador Benedito de Lira (PP). Isto também não é segredo.

A escolha de Luna – conforme bastidores políticos – se deu do dia para a noite e foi acatada pelo senador Benedito de Lira (PP), candidato à reeleição, e pelo prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), que são os principais articuladores do grupo.

No dia de ontem, Luna já esteve reunido com o marqueteiro de campanha, que deve correr contra o tempo para resgatar a biografia do ex-superintendente.

A campanha de Luna terá um alvo: “os Renans Calheiros”. Luna deve apostar na imagem de delegado que conduziu operações da Polícia Federal, como a Taturana em Alagoas. A crítica ao senador Renan Calheiros e ao governador Renan Filho deve estar presente.

Os dois – Luna e Renan Calheiros - já tiveram um embate ainda nos bastidores políticos, quando Calheiro se reelegeu ao Senado Federal, em 2010. Luna era pré-candidato ao Senado Federal, na época pelo PT, e levou uma rasteira na aliança PT e MDB que favorecia Renan Calheiros e evitava que ele tivesse concorrência.

Se os 20 dias de campanha serão suficientes para tornar Luna competitivo, só a história dirá. Porém, nesse tempo, Pinto de Luna só tem a ganhar. O ex-delegado pode criar um recall político para eleições futuras já que deve sair dessa campanha maior do que entrou.

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Collor desiste porque desistiram dele…Simples assim!

Reprodução 2e7e8c3a cb47 4e92 b73f c3132eaeb393 Fernando Collor no guia eleitoral

O que dizer a desistência do senador Fernando Collor de Mello (PTC) da candidatura ao governo do Estado de Alagoas? Bem, Collor desistiu porque antes desistiram dele. Faltou ao grupo, como mesmo disse o senador alagoano, “reciprocidade”. 

O grupo sequer chegou a ser grupo. Fernando Collor de Mello foi trazido para a cabeça de chapa de última hora. Tão de última hora que um dia antes da convenção, o candidato do grupo era o vereador Eduardo Canuto (PSDB), que agora disputa uma das cadeiras da Câmara de Deputados. 

Porém, a articulação encabeçada pelo PP trouxe Collor. Formou-se o palanque em meio a incômodos visíveis ainda no dia da convenção. Os caciques do PSDB sequer participaram do evento. O vice de Collor, o vereador Kelmann Vieira (PSDB), não discursou naquele momento. 

Um dos candidatos ao Senado da chapa - o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) - se afastou por completo e não quis subir no palanque da majoritária. O mesmo se deu com vários candidatos das proporcionais, que faziam campanha ao lado de Benedito de Lira (PP), de Rodrigo Cunha (PSDB) ou de outros aliados, mas sem menções a Fernando Collor de Mello. 

O ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) chegou a publicar uma nota, mesmo não disputando o pleito, afirmando que não votaria em Collor, mesmo entendendo a posição do PSDB. A postura do prefeito Rui Palmeira (PSDB) em relação ao senador do PTC era tímida. Collor começou a ser visto muito mais como um incômodo por muitos que estavam em seu grupo que como uma solução. 

Todavia, Collor está correto em seu lamento. A candidatura dele não foi empurrada goela abaixo, mas nasceu de um acordo que reuniu os partidos na véspera e o martelo foi batido. 

Com a desistência, um fato é rememorado: a incapacidade do PSDB de liderar a oposição ao governador Renan Filho (MDB) em Alagoas, quando teve a faca e o queijo na mão para isso. Repito o que já disse em outros textos: o prefeito Rui Palmeira (PSDB) não tem culpa no cartório por ter desistido do pleito não se candidatando a governador, mas sim pela forma como desistiu, sem articular o processo antes, mantendo uma unidade entre os partidos da sua base. 

O primeiro a sair do grupo de oposição foi o PR do deputado federal Maurício Quintella Lessa (PR), que hoje é candidato ao Senado Federal ao lado do senador Renan Calheiros (que tenta a reeleição) e de Renan Filho. 

Quem deve estar feliz da vida nesse momento é Renan Filho. Já era o favorito nas pesquisas eleitorais e caminhava para uma vitória em primeiro turno, conforme os números mostrado pelos institutos, já que as outras candidaturas - Josan Leite (PSL) e Basile (PSOL) - não alcançam os dois dígitos percentuais. 

Com Collor, ainda havia uma preocupação do Palácio República dos Palmares em focar em duas candidaturas: Renan Filho e Renan Calheiros. Agora, todas as atenções devem se voltar a eleição de Renan Calheiros. Renan Filho tende a cumprir tabela, caso não haja surpresas. 

A candidatura de Benedito de Lira segue como está. Afinal, o pepista já roda o Estado sem precisar de Collor ao lado. Rodrigo Cunha se afastou da coligação desde sempre. 

Resta só saber se alguém será o “tampão do tampão do tampão” para encabeçar a majoritária de uma oposição que mais parece um filme dos trapalhões na sessão da tarde. 

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Cunha e Pessoa: mandatos totalmente distintos no parlamento alagoano

Assessoria 2af36452 a116 438e a301 98bdd114f4e9 Rodrigo Cunha

Li, aqui no CadaMinuto, uma matéria que traz a união dos candidatos Severino Pessoa (PRB) e Rodrigo Cunha (PSDB) no pleito eleitoral desse ano. Cunha é candidato ao Senado Federal e Severino Pessoa busca uma vaga na Câmara de Deputados. 

Ambos são deputados estaduais com reduto em Arapiraca. Todavia, as semelhanças acabam aí. Rodrigo Cunha teve um mandato atuante na Casa de Tavares Bastos, levantando discussões sobre temas relevantes e fez oposição o governo Renan Filho (MDB). 

Não foi o único opositor, é verdade. Mas no campo da oposição, os destaques foram Rodrigo Cunha e o deputado estadual Bruno Toledo (PROS).

Já Severino Pessoa, no que diz respeito à participação em plenário, entrou mudo e saiu calado. São quase nulas suas participações nas discussões na Casa. Difícil saber o que Pessoa pensa sobre os mais variados temas que surgiram na Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas neste ano. 

São perfis tão distintos que a única coisa que os unem é, como já dito, o fato de serem deputados estaduais com forte base eleitoral no município de Arapiraca. 

Como Cunha tem sido tão criterioso quanto àqueles com quem aprece ao lado, é de se indagar quais pontos comuns o deputado estadual enxerga ou se é apenas uma aliança do ponto de vista eleitoral. 

Falo dos critérios de Rodrigo Cunha porque ele se afastou por completo da chapa majoritária na qual está incluso. Cunha sabe que o perfil biográfico que construiu não casaria bem nesse momento ao lado do senador Fernando Collor de Mello, que disputa o governo, nem ao lado do senador Benedito de Lira (PP). Afinal, se mostra como a novidade, como a nova política. 

Severino Pessoa tem uma atuação mais voltada aos bastidores. Poucas falas públicas, quase nenhum posicionamento, mas forte estrategista eleitoral na busca pelo espaço que possui. 

É fato que a candidatura de ambos incomoda o governador Renan Filho. Mas - a matéria publicada no CadaMinuto - diz que estas também incomodam o prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo, mesmo este sendo um tucano, ou seja: o partido de Rodrigo Cunha. 

O que se diz nos bastidores é que uma aliança entre Cunha e Pessoa agora trará frutos também para as eleições municipais de 2020. Aguardemos…

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Movimentos em apoio a Bolsonaro são agendados em Alagoas

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Em uma democracia, as pessoas possuem direito à escolha. Divergências são naturais e a exposição destas também. Eu, particularmente, desde que seja feito dentro dos meios pacíficos, sou favorável a todas as manifestações, ainda que discorde profundamente do mérito. 

Quando essas manifestações são públicas, a imprensa - por vezes - registra os eventos. Até aí nada demais. 

Todavia, uma vez que se registrou que - em Maceió - há um grupo de mulheres contra Bolsonaro que ocorrerá no sábado, dia 29 (e elas possuem o direito de fazer isto!), não se pode ignorar que o presidenciável líder das pesquisas também teve, desde o atentado que sofreu em Juiz de Fora (MG), manifestações de apoio por todo o país. 

Maceió não ficou de fora. 

No final de semana passado, um grupo de voluntários realizou entrega de adesivos e panfletagem em prol de Bolsonaro na porta de um shopping da capital alagoana, por exemplo. Há manifestações previstas para o dia 15 de setembro em Junqueiro e Marechal Deodoro, no interior do Estado. 

No dia 16 de setembro, é previsto uma manifestação de solidariedade e carretada, também em Maceió. Por fim, há manifestações pró-Bolsonaro já agendada no dia 23 de setembro nas cidades de São Luiz do Quitunde e Matriz de Camaragibe. 

Se um lado está sendo mostrado, como ocorreu aqui no CadaMinuto, é justo que o outro também tenha suas atividades expostas e, por esta razão, as aponto aqui em meu blog. Não se trata sequer de discutir sobre o mérito em relação às propostas do candidato Jair Messias Bolsonaro. 

O cidadão é livre para fazer suas escolhas entre os nomes dos presenciáveis postos, assim como é livre para a sua manifestação pública, pagando o preço por eventuais exageros, caso estes ocorram. 

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RR Soares pede voto para Renan Calheiros e cria polêmica

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O missionário RR Soares gravou vídeo ao lado do senador Renan Calheiros (MDB) e se tornou o mais “recente-famoso” cabo eleitoral do emedebista, mesmo não sendo um eleitor de Alagoas.

Em uma peça publicitária de 40 segundos, o líder religioso diz que Renan Calheiros tem sido um “amigo” e “companheiro fiel”. “Nessa missão, gostaria que me ajudasse. Não faço campanha para ninguém, mas é um trator que Alagoas tem em Brasília”. Para RR Soares, quem é de Deus vota em Renan Calheiros.

É a tática de buscar votos por segmentos...

Renan Calheiros tenta sua reeleição em Alagoas ao lado do filho: o governador Renan Filho (MDB) e o do deputado federal Maurício Quintella Lessa (PR), com aliança com o Partido dos Trabalhadores dentre outras legendas, como o PCdoB, partidos rejeitados por significativa parte de evangélicos.

O apoio de RR Soares, fundador da Igreja da Graça, entretanto, rendeu polêmica nacionalmente. Entre os próprios fiéis, há divergências e muitos criticaram a postura de RR Soares. O motivo: os escândalos que colocam Renan Calheiros como suspeito na Operação Lava Jato, por exemplo.

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No PDT, Judson Cabral se compara a Rodrigo Cunha em guia eleitoral

Reprodução/Instagram 1beebdd8 6e22 4a1e aafe c1c58a08429b Judson Cabral

O ex-deputado estadual Judson Cabral (PDT) busca seu retorno à Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas. Ex-petista, Cabral deixou o partido e ingressou na legenda comandada pelo deputado federal Ronaldo Lessa (PDT) em Alagoas.

Com isso passa a fazer parte do bloco liderado pelo governador Renan Filho (MDB), que tem como candidatos ao Senado Federal o atual senador Renan Calheiros (MDB) e o deputado federal Maurício Quintella (PR).

Mas, em um de seus recentes vídeos, Judson Cabral se compara – por meio de um apresentador – ao deputado estadual e candidato ao Senado Federal pela chapa adversária: Rodrigo Cunha (PSDB). É um dos fatos inusitados desse processo eleitoral.

Cabral – em que pese o histórico no PT – teve um mandato bastante produtivo na Assembleia Legislativa. É de se reconhecer. Foi um parlamentar que teve um olhar técnico em relação ao orçamento estadual e não se envolveu em escândalos de corrupção.

No vídeo de sua campanha, a peça publicitária diz que a saída de Rodrigo Cunha do parlamento estadual faz com que a Assembleia Legislativa perca a “reserva moral”. “Você já parou para pensar que o que está ruim pode ficar pior. Rodrigo Cunha vai deixar a Assembleia. Então, que reserva moral nós vamos ter lá para nos representar?”, coloca o apresentador no vídeo de Cabral para em seguida pedir voto ao pedetista.

Pelo vídeo, se deduz que, na visão de Judson Cabral, Rodrigo Cunha é a única reserva moral da Casa de Tavares Bastos. E olhe que o PDT tem parlamentar por lá: Inácio Loiola.

“Sem querer querendo”, Judson Cabral acaba por fazer também campanha para o senador adversário de sua chapa. Todavia, Rodrigo Cunha é adversário da própria chapa, já que se afasta dessa por não querer ligar sua imagem a Benedito de Lira e/ou a Fernando Collor de Mello.

Em quem Cabral vota para o Senado? Fica a pergunta...

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Rodrigo Cunha caminha longe da chapa, mas Collor pede voto e cita tucano em palanque

Foto: DM 8ce95c74 d90c 4c0a bf0d e8f2729f7974 Fernando Collor

O deputado estadual e candidato ao Senado Federal, Rodrigo Cunha (PSDB), já externou – em outras palavras – que quer distância da chapa majoritária na qual se encontra. Ele é um dos tucanos que buscam distanciar sua imagem da do candidato ao governo e senador Fernando Collor de Mello (PTC).

Outro tucano, por exemplo, é o ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), que não é candidato no pleito. Há incomodo por parte também de outros membros da chapa que disputam a proporcional.

Alguns candidatos da chapa sentem dificuldades de pedir votos para Fernando Collor de Mello, inclusive no guia eleitoral, apesar do logo de Collor de Mello e do senador Benedito de Lira (PP) se fazerem presentes nas inserções do horário eleitoral.

Mas as declarações de Cunha parecem não ser levadas em conta por Fernando Collor. Em campanha, durante seus discursos, Collor tem pedido votos para Rodrigo Cunha e também para Benedito de Lira, já que os dois disputam o Senado eleitoral na aliança entre o PP, PTC e PSDB.

Collor tenta com isso mostrar uma chapa unida, semelhante ao que ocorre do outro lado, quando o candidato ao governo e governador Renan Filho se faz presente no material de campanha ao lado de Renan Calheiros, que busca a reeleição, e do deputado federal Maurício Quintella Lessa (PR).

Em um dos vídeos publicados em redes sociais, Collor pede votos para Benedito de Lira, afirmando que este é importante como seu colega de bancada. Quanto a Cunha, Collor diz: “O nosso segundo candidato é o jovem que quer representar a juventude alagoano no Senado, que se chama Rodrigo Cunha”.  

Mas, dificilmente, a fala de Collor trará Cunha para o palanque.

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Marx Beltrão e Arthur Lira entram com ação contra candidata do Novo e perdem

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A candidata Maria Tavares – que disputa uma das cadeiras da Câmara de Deputados pelo Novo – resolveu fazer, em suas redes sociais, o que chamou de uma “lista de chamada” para expor os gastos dos deputados federais alagoanos durante o seu mandato, bem como suas ações (ou ausência destas) e eventuais processos que eles respondem.

Tavares fez nove vídeos, cada um dedicado a um parlamentar. Dois deputados federais se incomodaram com ela: Arthur Lira (PP) e Marx Beltrão (MDB). Ambos buscam a reeleição. Diante do incomodo, os parlamentares entraram com ações contra a candidata do Novo na Justiça Eleitoral.

Ambos perderam liminarmente.

Na decisão liminar em relação ao processo de Arthur Lira, a magistrada Maria Valéria Lins Calheiros destaca que “o teor da mensagem postada pela representada, candidata a deputada federal Maria Tavares Ferro, ao que tudo indica, é feito num tom de crítica política, próprio do debate eleitoral”.

“Na verdade, a princípio, a mensagem não foi direcionada a dados estatísticos de atuação parlamentar do representante, mas sim para afirmar que ele teria gasto uma expressiva quantidade de recursos públicos federais na divulgação de suas atividades congressuais e com combustíveis veicular”, complementa.

No caso de Marx Beltrão, o relator é Davi Antonio Lima Rocha, que também negou a liminar contra Maria Tavares Ferro.

Nas redes da candidata, estão os vídeos contra Arthur Lira, Marx Beltrão, Ronaldo Lessa (PDT), Cícero Almeida (PHS), João Henrique Caldas, o JHC (PSB), Paulão (PT), Pedro Vilela (PSDB), Maurício Quintella Lessa (PR) e Givaldo Carimbão (Avante).

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Podemos de Alagoas: um pedido de impugnação do partido contra um dos seus candidatos

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Eleição em Alagoas é sempre um processo recheado de fatos inusitados. Agora, mais um: o Podemos – partido do presidenciável Álvaro Dias – ingressou com um pedido de impugnação junto à Justiça eleitoral contra um de seus candidatos: Moacyr Andrade Filho, que disputa uma das cadeiras da Assembleia Legislativa.

O fato foi exposto pela Tribuna Independente em matéria da jornalista Andrezza Tavares. Nela, o presidente do partido Omar Coêlho diz que entrou com o pedido junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TER/AL) porque o candidato teria agido de forma antiética. Segundo o presidente, Moacyr Andrade Filho não teria participado das convenções partidárias para ter seu nome aprovado como candidato.

O postulante foi rejeitado por um dos partidos da coligação: o Avante, que é comandado pelo deputado federal e candidato à reeleição Givaldo Carimbão. Em entrevista a Tribuna, o candidato se diz surpreso com a ação do Podemos. Ele comparou a ação do Podemos a um tiro pelas costas.

Em geral, quando há um pedido de impugnação é feito por chapas adversárias ou até candidatos de outras coligações. Neste caso, a briga é dentro de casa.

Coisas de Alagoas!

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