Em audiência na tarde de hoje, na 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, ficou decidido que seis coronéis da Polícia Militar, que estavam na reserva, voltarão às atividades. A decisão foi por dois votos a um.

O desembargador Tutmés Ayran, que havia pedido vistas ao processo no dia 09 de dezembro, foi o único a votar contra a volta dos militares enquanto James Magalhães e Ivan Brito decidiram pelo retorno. "Entendo que a nova lei determina que eles fiquem na reserva. A lei anterior, na qual eles estão amparados, previa 35 anos de trabalho, essa nova diz que são 30 anos de trabalho. Eu acredito que eles voltam em um dia e saem no outro", disse ele.

Com a determinação, Antônio Joca Pimentel, Cláudio Omena, Rubens Goulart, Marco Antônio Brito, Nerecinor Sarmento e Reinaldo Cavalcante voltam às atividades. A medida atinge também Luciano Coutinho e o comandante-geral da PM, Dalmo Sena Sampaio, que receberam promoções e deverão perder os cargos no comando da Polícia, que somente podem ser ocupados por coronéis.
 

O estado ainda pode recorrer da decisão.