A 'Número 1': a história de uma pioneira que escolheu Arapiraca para ser sua terra

Blog da Clau Soares 8d07ea97 6b02 4fe0 9832 3a9bc68ceacf Lembranças, livros e bordados

16h03. Pelo Whatsapp, informo que estou no local marcado. Às 16h04, minha entrevistada responde: “bata no portão ao lado”. Todos os contatos realizados, nas últimas semanas, para combinar a entrevista que resultou nesse texto foram feitos pelo aplicativo. Absolutamente normal, exceto pelo fato de a minha interlocutora ter nascido em 1936. Aos 79 anos, residindo em Arapiraca, ela tem uma história surpreendente e incomum. Ela é Almira Gouveia Alves Fernandes, uma pioneira.

Em uma época na qual a maioria das mulheres tinha no casamento a única opção, ela preferiu investir em uma carreira profissional. Aos 14 anos, já lecionava em uma escola no bairro Bebedouro. Aos 18, morou no Rio Grande do Sul, durante um ano, onde fez o curso de Orientação Educacional do Ministério da Educação e Direção de Ensino Primário. De volta a Alagoas, iniciou o curso de Serviço Social. E tudo isso com o apoio da família.

Prestes a fazer 80 anos, Almira relembra os primeiros passos de uma carreira que se tornaria referência de pioneirismo em Alagoas com uma clareza e vivacidade que emocionam. De Maceió, mas radicada em Arapiraca, desde meados da década de 1960, ela tem o registro no 001 de assistente social no Conselho Regional de Serviço Social de Alagoas e foi primeira a ser nomeada para ocupar a função na estrutura do Executivo estadual.

A turma pioneira da Escola de Serviço Social Padre Anchieta de Alagoas colou grau, em 1961, em Maceió. Somente 13 mulheres concluíram o curso em uma profissão praticamente desconhecida em Alagoas e ainda recente em todo o mundo. Entre elas, dona Almira que, da cadeira universitária, seguiu direto para atuar na área, como servidora pública. “Das 13, quatro já partiram e uma reside fora de Alagoas”, afirma. Ainda em contato, as demais precursoras se reúnem mensalmente. “Continuamos unidas”.

Seu trabalho de conclusão de curso “O Serviço Social Rural visando à Organização Comunitária de Chinaré” foi traduzido para o inglês para subsidiar os estudos de sociologia rural nos Estados Unidos. Almira foi duas vezes aos EUA. Em 1964, para um curso no Peace Corps Training Center, na Universidade de Wisconsin e para representar AL no Congresso do Movimento dos Companheiros da América – Brasil x EUA.

Seu maior desafio, porém, surgiu pouco depois de graduada. A pedido do governador da época, Major Luiz Cavalcante, ela veio para Arapiraca para descobrir as necessidades do interior do Estado e contribuir para ampliar a atuação governamental nas áreas de saúde e assistência social.

O funcionamento de um hospital foi apontado pela sociedade local como o maior problema da região. Segundo Almira Fernandes, na capital do Agreste, existia apenas a estrutura física de uma sociedade filantrópica que se tornou o Hospital Regional, de cujo processo ela participou diretamente. “O Estado concluiu o hospital e nós inauguramos”, lembra.

Em meio à procura por parceiros para colocar o hospital em funcionamento, ocorreu um fato que mudaria a trajetória da jovem Almira: ela conheceu o médico do posto de saúde, Judá Fernandes. “Isso foi por volta de 1963”, pontua.

O resultado deste encontro muitos arapiraquenses conhecem. Uma história de amor digna de contos de fadas que, em 2016, fez 50 anos, com seis filhos e onze netos. “50 anos de feliz casamento. É por isso que não reclamo de ter deixado tanta coisa na minha vida profissional porque Deus me recompensou muito na minha vida matrimonial”, confessa.

Com o matrimônio, a carreira de assistente social teve o ritmo reduzido, mas não abandonada. Além de se envolver em diversos projetos sociais, religiosos e filantrópicos, dona Almira e o esposo Judá participaram de grandes empreendimentos em Arapiraca, como na fundação do Lions Clube e chegada da rádio Novo Nordeste. “Considero Arapiraca como minha terra”, afirmou d. Almira, que atuou ainda como assistente social no Hospital Regional e lecionou em escolas públicas na cidade.

Apesar de, atualmente, ficar mais em casa, ela continua a receber homenagens (é cidadã honorária de Arapiraca) e convites para palestras. Almira é ainda autora/organizadora de cinco livros, entre os quais está a obra “Pioneiras do Serviço Social em Alagoas: Turma 1960”, que celebra os 50 anos de graduação da primeira turma de assistentes sociais do Estado.  

Mesmo com as restrições impostas pela idade, Almira Fernandes tem nos gestos e na fala a força de uma mulher que tem consciência de que o limite, nesta vida, é ser feliz. 

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Moda, consumo consciente e artesanato invadem Maceió na próxima quinta-feira

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Enquanto a cultura consumista incentiva a compra sem critérios, o movimento slow fashion vai na direção oposta e incentiva o consumo consciente e uma moda ética, estimulando o desejo por menos e melhores peças, além de lutar por mais transparência na cadeia produtiva. Com esta ideia, os organizadores apresentam a terceira edição do Fashion Art and Business (FAB) 2016, e colocam em destaque o tema “Raízes. A moda ética e o artesanato. Um retrato da nova revolução industrial”.

Com palestrantes que são atrações por si só (confira na programação abaixo), o evento acontece na próxima quinta-feira (16), das 13 às 21h, no Estúdio de TV do Centro Universitário Tiradentes, localizado no Bloco S, no Complexo de Comunicação Social, no bairro Cruz das Almas, em Maceió. A inscrição é feita pelo e-mail inscricao.fab@gmail.com, informando nome completo, telefone, e e-mail. No dia do evento, basta apresentar documento, um quilo de alimento e uma peça de roupa em bom estado para doação.

De acordo com a empresária e produtora de moda, Emanuela Mortari, que também participa da organização do FAB, este é o único evento acadêmico de moda do Estado e corria o risco de não acontecer este ano, por falta de recursos. Diante do quadro crítico, uma equipe se uniu para oferecer um debate de qualidade e necessário para o público alagoano interessado no tema. Organizam o FAB 2016:  Valna Dantas, Camila Cavalcante, Marilia Rezende, Emanuela Mortari e  Raphael Araújo, com o apoio da Revista Due e UNIT.

Confira a programação:

[13:00 – 14:00] ANDRELLY ROCHA Marketing de Moda: Criação de personas e conteúdo para marcas

[14:00 – 15:00] ALINA AMARAL – Jornalista Especialista em Moda

● Moda Artesanal X Design Contemporâneo: metamorfose do consumo

[15:00 – 15:30] CASE AMELIE

[15:30 – 16:00] FRANCISCO ACIOLI – Presidente do SINDIVEST - AL

● O que é, quantas empresas associadas (como se associar), como funciona, quais os feitos, como pode ajudar sua empresa.

[16:00 – 16:30] CASE JÚLIA NOGUEIRA

[16:30 – 17:30] KELLY ACIOLI – Coordenadora da Área Têxtil e Vestuário no SENAI-AL

● Indústria do Lixo: Zero Waste (resumo principais ações)

[18:00 – 18:30] INTERVALO

[18:30 – 19:30] POLLYANA ISBELO – Coordenadora Curso Produção de Moda UFAL

● Métodos alternativos de estamparia.

[19:30 – 20:30] DANIELA VASCONCELOS – Gerente de Design e Artesanato da Secretaria do Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEDETUR-AL)

● Dados do Artesanato Alagoano e Bordado Filé.

[20:30 – 21:30] DEBATE – Mediadora: Emanuela Mortari

Convidadas:  Maíra Carneiro e Andréa Almeida, Gabrielly Farias e Thalita Oliveira

● Conteúdo e Imagem na era do Slow Fashion.

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Blogueira de Arapiraca lança coleção-cápsula em parceria com grife de moda praia

Foto: Divulgação 51c96d86 f425 4ca8 9e15 44d8b82bef80 Gabrielly Farias: de Arapiraca para o mundo

A blogger arapiraquense Gabrielly Farias lança, nesta segunda-feira (6), às 16h, em Arapiraca, sua primeira coleção-cápsula de bodies, Mermaid Life Fox, para a marca alagoana Bikini Fox Brasil. Inspirada no movimento Sereísmo (estilo de vida que valoriza o visual sereia), a fashionista criou cinco peças com frases icônicas serigrafadas em referência à vida no fundo do mar.

Gabrielly Farias apresenta um trabalho exclusivo e repleto de significado. “O body A (mar) foi confeccionado em várias cores e é sucesso absoluto. O Mar Doce Lar, Mermaid Life, Caution Dangerous Curves, e Swim e Beach Wear vêm em nuances mais fortes para imprimir o DNA da marca, que tem suas raízes na moda praia colorida e cheia de bossa”, explica Gabrielly.

A coleção foi lançada, em Maceió, na última sexta-feira (3), com a presença de grandes nomes do universo fashion. “O lançamento foi sensacional. Senti-me prestigiada e satisfeita com o que foi realizado por nós. It-girls, fashionistas e blogueiras do Estado receberam muito bem a coleção. Acredito que o público consumidor também. As peças praticamente esgotaram antes do lançamento”, disse a blogger.

Gabrielly destaca que foram dois meses de planejamento, pesquisas e reuniões até apresentar a coleção. “Sempre me vi como uma blogueira que cria. Acho que está no meu sangue. É a primeira vez que desenvolvi uma coleção com uma empresa parceira, e foi incrível. Agradeço muito à marca por confiar em mim. Acompanhei a evolução da Bikini Fox, desde o começo, e sempre admirei o trabalho contínuo da Vanessa Monteiro, proprietária.”, frisou.

Cada body sai, em média, por R$ 150. As peças  podem ser encontradas em todas as unidades da marca, inclusive no e-commerce (http://bikinifox.com.br/).

Sobre Gabrielly

A arapiraquense Gabrielly Farias tornou-se referência em Alagoas pela sua atuação, há mais de seis anos, como blogger e fashionista. Em Arapiraca, ela já atuou como empresária, à frente da loja Mabuh, e foi hit com a confecção de peças detonadas em jeans. Com uma sólida formação (ela fez direito, na Universidade Federal de Alagoas, e é contumaz estudante de moda e seus movimentos), é militante de uma moda descomplicada, mas original. O Instagram dela é o @gabriellyfarias.  

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Empresária celebra sucesso com loja de vestuário e acessórios femininos

Gilberto Lyra 04741904 085d 4c46 826e 82a4879ff965 Priscila Kelly comanda loja

Enquanto muitos empresários lamentam perdas e retração nas vendas, a empresária Priscila Kelly caminha contra a maré e dá lições preciosas de empreendedorismo feminino, em Arapiraca, no interior de Alagoas. Com uma loja de roupas e acessórios femininos, a Pris, a jovem empreendedora celebra o crescimento da empresa no último ano e faz planos para ampliar seu negócio.

Para não perder o foco, ela destaca que se mantém por dentro das mudanças e avanços no mundo da moda, participando de eventos e feiras do segmento. Ela confessa que até em viagens de férias (ela costuma fazer uma viagem internacional por ano), não esquece de observar os hábitos do vestuário dos habitantes e lojistas locais. "Quem trabalha com moda, com comércio, tem que estar sempre se renovando. Tem que ser muito dinâmico o tempo inteiro", leciona.

Ela também não deixa de frequentar a sala de aula, por meio de cursos na área e consultorias especializadas. "É muito importante estarmos sempre aprendendo, sempre aperfeiçoando. 'Minha funcionária também está fazendo curso para atender melhor", explica.

Na loja, o atendimento é diferenciado e qualificado. Segundo Priscila, a consumidora não é incentivada a comprar além da sua capacidade e necessidade. "É um consumismo controlado. Estamos evitando a venda por impulso para não comprometer as finanças da cliente e, naturalmente, suas compras futuras", pondera a empresária.

O resultado de tanto esforço é que a empresária já pensa em ampliar a loja. "Tenho planos de abrir outra loja. Para mim, a crise está sendo uma oportunidade para eu me desdobrar e ver que sou capaz de muito mais". Para ela, ser empresária é um desafio diário. "Tento fazer tudo da melhor forma possível, da forma correta e honesta".

Nova coleção

Neste semestre, o tradicional coquetel de lançamento da nova coleção da Pris, no qual a anfitriã apresenta as novidades e serve guloseimas e drinks para as clientes, acontece no sábado (4), das 8h às 18h. "A coleção nova está a cara do Nordeste:  divertida, colorida. Também não esquecemos as tendências das semanas de moda. Tem suede, chamois, tons terrosos que estarão em alta no inverno. 'A grande novidade são os patches, os emblemas colados às roupas", explica.

Serviço:

O quê: Lançamento nova coleção - Festas Juninas e Inverno 2016
Quando: sábado, dia 4 de junho
Horário: 8h às 18h
Onde: Rua professor Juvino Cavalcante, 76B, no bairro Ouro Preto, em Arapiraca
Informações: 82 9 9927-8325

Confira as fotos do ensaio da coleção na nossa galeria. Nas imagens, a empresária aparece ao lado do esposo, Sóstenes Leite. 

 

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Método criado por brasileira para tratar estrias brancas chega a Arapiraca

Gilberto Lyra 1f8294c0 9440 49d5 9a0f 8f3ea0cd6451 Michele atende cliente em Arapiraca

As estrias, cicatrizes resultantes do rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, são capazes de baixar a autoestima de qualquer pessoa. Brancas ou vermelhas, elas são mais comuns em mulheres e surgem, principalmente, nas coxas, bumbum, seios, abdômen e nas costas. Há vários tratamentos disponíveis no mercado, mas uma nova técnica, elaborada por uma brasileira, tem apresentado resultados surpreendentes, atraindo mais adeptas.

De acordo com a fisioterapeuta dermatofuncional, Michele Araújo, as lesões são lineares, geralmente paralelas, e podem variar de um a vários centímetros de extensão. “Quando as estrias estão brancas é porque houve a interrupção da passagem da corrente sanguínea por aquela região”, explica a especialista. Quando brancas, as estrias ficam mais difíceis de serem tratadas e amenizadas. É aqui que o Striort se destaca.  

Em alta nas clínicas de estética, o Striort, técnica ortomolecular (que age de dentro para fora), desenvolvida pela fisioterapeuta e esteticista Ana Carolina Almeida, promete melhorar a aparência das estrias brancas em até 80% já na primeira sessão. “É um método diferente, não invasivo, não cirúrgico e sem agulhas”, destaca Michele Araújo, que participou do curso presencial, com a criadora do método, no início deste mês, em Aracaju.

Segundo Michele Araújo, as diversas técnicas que existem para tratar as estrias apresentam maior eficácia nas estrias vermelhas, que são aquelas mais recentes no corpo. “O Striort surge como um procedimento dirigido, principalmente, para aquelas estrias antigas, branquinhas que achávamos que não tinham mais saída”, destaca a dermatofuncional.

O método Striort consiste no uso de um aparelho a vácuo, manuseado por um profissional qualificado em clínicas, combinado com loções com princípios ortomoleculares que estimulam a passagem da corrente sanguínea novamente para a região. “Isso torna as estrias brancas em vermelhas e tratáveis. ‘A partir do momento em que as estrias estão vermelhas é como se uma nova cicatriz fosse formada naquela região e tratamentos específicos são necessários para auxiliar no desaparecimento da mesma”, afirma Michele Araújo.

Cada sessão tem tempo variável, pois depende da localização e da quantidade de estrias de cada paciente. Em alguns casos, os resultados são satisfatórios em apenas uma sessão, mas, em geral, são necessárias três, com intervalo de cerca de 30 dias entre uma e outra. Sob orientação profissional, o paciente utilizará ainda produtos em casa que estimulam a regeneração celular e a cicatrização do local. Esta etapa é considerada fundamental.

Em Arapiraca, a fisioterapeuta dermatofuncional Michele Araújo é habilitada a ofertar o tratamento Striort. Ela atende na Clínica Bianco, localizada na Avenida Ceci Cunha, 88-A, bairro Brasília. Informações: 82 99903-9157 ou no site:  http://michelearaujo.com.br/

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Uma noite no hotel Ibis Arapiraca

Miguel Magalhães Jr. Cf949d7a 27c2 4726 a6f8 be9e43615008

Situada no coração do Estado, Arapiraca funciona como um entreposto. Muitas pessoas passam a semana para trabalhar, fazer negócios, prestar serviços, estudar.  Assim que o expediente é finalizado, à noite e no fim de semana, parece que tudo para. Recolhidos em casa, resta divertir-se na internet ou na televisão. Ou não? Aceitei o convite do Ibis Arapiraca para passar um final de semana diferente e mostro neste texto como foi a minha noite no hotel.  

Ainda no sábado (21), fiz o check-in, no balcão do hotel, localizado na Rua Expedicionários Brasileiros, no Centro, em uma região de fácil acesso e a cerca de cinco minutos a pé da área de maior aglomeração comercial. Escolhi o sexto andar para ter uma visão da cidade (e valeu muito a pena – ver fotos na galeria).

O serviço de bar surpreendeu. Um bom vinho (no cardápio, por R$ 40), ambiente aconchegante, música tranquila e atendimento impecável. Algo que realmente faltava por estas bandas.  O bar Ibis Lounge é aberto 24h para hóspedes e público em geral, com drinks (até café!) e comidinhas.  As dependências também são ótimas para reuniões de negócios ou apenas para descontrair com amigos.

Ideal para quem está na cidade a trabalho ou lazer, o hotel tem 84 quartos, com televisão, wi-fi, telefone, mini-frigobar, espelho de corpo inteiro e ar condicionado. Confortáveis, apesar do espaço pequeno, e funcionais. Há ainda quartos adequados para pessoas com necessidades especiais. São ofertadas três opções de quartos: com uma cama de casal; com duas camas de solteiro ou com uma cama de casal e uma cama de solteiro. As diárias são a partir de R$ 109, com check-in e check-out ao meio-dia, refeições não inclusas.

O Ibis Arapiraca tem café da manhã regional para hóspedes e aberto ao público diariamente (sai R$ 18,99, por pessoa) e restaurante Ibis Kitchen com serviço de jantar , com café regional, aberto ao público às terças, quartas e quintas, das 19h às 22h, por R$ 19,90. 

Neste domingo (22), quem passou por lá teve ainda o privilégio de dividir o café da manhã com os jogadores do ASA, uma das maiores paixões da cidade, que também estavam hospedados . (Sim. Tietei, fiz foto e ainda coloquei no Instagram. rs).

Tudo muito organizado e com qualidade. Amei a experiência. Aprovado!

Para mais informações, basta ligar no (82) 3482-5600.

 

Fotos: Miguel Magalhães Jr. 

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Neurologista alerta sobre riscos de não tratar corretamente dores de cabeça

Ab151c3e b446 4f6b 88d5 a789784fbf45 Neurologista afirma que existem tratamentos diferenciados para cada tipo de dor de cabeça

Os números impressionam e até assustam: 93% das pessoas no mundo tiveram, têm ou terão dor de cabeça na sua vida. Aquela “dor de cabeça comum”, que acontece por uma noite mal dormida, refeição atropelada ou a correria do dia a dia. No entanto, é preciso atenção para identificar e tratar qual o correto tipo de dor entre os quase 200 tipos existentes, a fim de evitar uma dor crônica. Para chamar a atenção da população, foi instituído o 19 de maio como Dia Nacional da Cefaleia.

A cefaleia é um sinônimo para dor de cabeça, cujos tipos mais prevalentes são a Cefaleia do Tipo Tensional e a Enxaqueca. A tensional é a dor de cabeça comum, provocada pelo stress tão presente na vida moderna. Porém seu tratamento é bastante negligenciado, dando lugar ao aumento preocupante do uso de analgésicos e anti-inflamatórios pelos pacientes, seja por automedicação, indicação de amigos e parentes e de farmacêuticos.

Essa abordagem inadequada está provocando o aumento dos casos crônicos da cefaleia e de enxaquecas. “O 19 de maio vem como um dia de conscientização e para promover o combate à dor de cabeça. Muitas pessoas passam a vida tendo dores de cabeça recorrentes, muitas delas não sabem que existe tratamento se o problema for abordado da forma adequada”, defende a neurologista Giselle Theotonio, especializada no tratamento das dores de cabeça.

Existe controle em até cerca de 80% dos casos de cefaleia se o problema é diagnosticado e acompanhado da forma correta, sejam tratamentos preventivos, sejam aqueles para cortar a crise. É preciso avaliar caso a caso para ver qual abordagem mais adequada.

“Nós sabemos o quanto o stress é presente na vida da população hoje em dia, e alguns casos de cefaleias têm também a influência da genética, mas se o paciente percebe que as crises estão ficando mais fortes, mais incapacitantes, que está perdendo dia de trabalho ou lazer por causa da dor de cabeça, sem aliviar com o medicamento analgésico habitual, essa pessoa precisa, sim, procurar um neurologista, principalmente um que tenha uma área de formação em dores de cabeça, para que seja feito o diagnóstico correto do tipo de dor de cabeça, já que existem muitos”, alerta doutora Giselle.

Outra situação em que a procura de um neurologista deve ser imediata é a chamada cefaleia secundária, quando a dor de cabeça configura um sintoma entre outros de uma doença maior. É o caso de quando a dor for mais forte que o normal, dando a sensação de "pior dor de cabeça da vida" ou associada a febre e vômito, perda de visão, de equilíbrio ou outros sintomas neurológicos.

Pessoas acima de 50 anos ou que possuam imunidade baixa causada por outra doença também devem estar atentas, bem como quem sofre dor de cabeça após traumatismo craniano. Nesses casos, a assistência para a dor de cabeça deve ser em caráter emergencial.

O médico neurologista é o profissional mais indicado para fazer a classificação correta e indicar o tratamento da cefaleia o quanto antes. Ao lado disso, o comprometimento do paciente em seguir o acompanhamento e levar um estilo de vida saudável, cuidando bem do sono e da alimentação são determinantes para uma vida sem dores de cabeça.

Fonte: Assessoria 

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Ilha do Ferro (AL): esculturas e bordados às margens do Rio São Francisco

Blog da Clau Soares 17ee1bca dbaa 4c81 a7c3 51db44b56aab Povoado é celeiro artístico

Imagine um lugar onde o tempo não passou. Lá, ainda há carros de boi, crianças brincam soltas pelas ruas, namorados e amigos se encontram na praça, lavadeiras lavam as roupas nas águas do Rio São Francisco, mulheres bordam sentadas na calçada e os homens fazem esculturas. Na Ilha do Ferro, no interior de Alagoas, a 18 quilômetros do município de Pão de Açúcar, o cenário parece ter saído de um filme e onde encontramos uma grande história.

Com cerca de 450 moradores e difícil acesso (só é possível chegar lá por uma estradinha de barro ou pelo rio), a Ilha do Ferro reúne uma aglomeração impressionante de artistas populares. Apesar da pouca ou nenhuma educação formal, eles produzem uma arte aclamada por especialistas.

A beleza, a técnica, a cultura e a singularidade chamam a atenção dos apreciadores, colecionadores e pesquisadores que veem nelas algo que transcende a humildade do povoado. Por tanto significado, as peças têm figurado em revistas especializadas e viram atrações de exposições nacionais e internacionais.

Aberaldo, Vieira, Zé Crente, Valmir, Petrônio, entre outros, esculpem a madeira morta que encontram na vegetação típica da paisagem do sertão alagoano: a caatinga. A preocupação com a sustentabilidade existe no lugar e surpreende. Na simplicidade do vilarejo, os artistas reconhecem que não podem destruir a natureza ao redor. E isto dá ainda mais sentido a cada obra de arte produzida.

Alguns conseguem uma boa renda com as peças, mas a maioria tem a produção artística como complemento da pesca. A morte iminente do Rio São Francisco e a escassez de peixes nas águas que banham o povoado são lamentadas frequentemente pelos moradores. O Rio, por sinal, é um caso de amor de todos que moram ali e que guardam memórias saudosas das cheias passadas.

Há ainda de se registrar aqui o bordado Boa-Noite, encontrado somente na Ilha do Ferro, uma tradição que passa de mãe para filha. Os pontos delicados são trabalhosos e aparecem em itens para mesa, cama e banho. Joias tramadas com linha e agulha. Só as mulheres da localidade bordam e são elas que formam uma cooperativa para incentivar a produção e a venda de produtos com o Boa-Noite.

Apesar da riqueza artística, a maior parte das famílias vive com a ajuda de benefícios sociais do governo. A realidade é humilde e o dinheiro, pouco. São detentores de uma arte única, entretanto o ganho de tudo que fazem é pouco. Uma cadeira que sai de lá por R$ 70 é comercializada a R$ 400 nos grandes centros. A riqueza fica em mãos alheias ao invés de voltar para as mãos de quem as produziu.

Há tanta beleza materializada que é impossível sair de lá sem comprar um paninho bordado ou uma peça de madeira. Como a maioria dos artistas e bordadeiras não trabalha com cartão de crédito, o ideal é levar uma reserva em dinheiro para pagar diretamente pelo produto e, assim, favorecer quem realmente traduz cultura ribeirinha em madeira, suor e bordados.

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Durante a gravidez, mulher deve atentar para dieta equilibrada

Divulgação E36d11c0 2e4b 4aca a90b 9b2e74d7ca3c Mirella Freire, nutricionista

A gravidez é cheia de incertezas também quanto à alimentação. Afinal, a mulher deseja manter o corpo em dia, sem deixar de fornecer os nutrientes necessários para o desenvolvimento  saudável do bebê que cresce no ventre. A meta é comer de forma adequada em cada fase da gestação, o que significa também manter o peso recomendado em cada período gestacional.

Segundo a nutricionista Mirella Freire, a gravidez requer cuidados extras com o que vai ao prato. O ganho de peso adequado, no primeiro trimestre da gravidez, é de um quilo e meio a dois quilos para aquelas gestantes que iniciam a gestação com peso ideal ou baixo peso. Para aquelas que iniciam a gestação acima do peso, o ideal é manter o peso pelos três primeiros meses. A partir do segundo trimestre, é recomendado um ganho adicional de meio quilo a um quilo por mês.  Ao final da gravidez, o máximo de peso obtido deve ser de sete a doze quilos.

“Muitas mulheres se preocupam demasiadamente com o peso e temem um aumento excessivo durante a gestação. Nessa época, a prioridade deve ser no ganho adequado de peso para o completo desenvolvimento do bebê. No período da gestação, a mulher deve se alimentar basicamente de carnes magras, verduras, legumes, frutas, leite, grãos e cereais”, explica a nutricionista.

Apesar de haver a necessidade de ingerir, em média, 300 calorias a mais que o normal, a gestante não pode abusar. Gorduras, frituras e alimentos gordurosos devem ser evitados. “O excesso de sal também deve ser evitado, porém não deve ser eliminado, pois freqüentemente as gestantes experimentam períodos de queda da pressão, ocasionando tonturas e mal estar. A sugestão é utilizar o sal rosa que possui uma quantidade menor de sódio”, recomenda.

Para os enjoos, as dicas são fracionar as refeições e evitar alimentos muito ácidos e gordurosos.  “Um pouco de ácido pode melhorar o quadro de enjoo, mas pouco. Água com algumas gotas de limão, ou água com uma rodela de limão, ou uma fruta fresca podem diminuir a sensação do enjoo. ‘A redução de gordura da dieta não significa alimentos diets ou lights, já que não é recomendado o uso de adoçantes artificiais para as gestantes”, alerta.

A nutricionista recomenda ainda que as grávidas evitem café e chás, além de líquidos durante as refeições. É proibido o consumo de queijo fresco de leite não pasteurizado, álcool, bebidas gaseificadas como refrigerantes e águas com gás, carne mal passada, mariscos e maioneses. Isto afasta o risco de vários problemas de saúde.

“A ansiedade é inevitável. ‘Aquela sensação de fome, que na verdade é mais vontade de comer, deve ser diminuída com frutas e sucos de frutas. E a dieta equilibrada precisa ser seguida por todo o período gestacional com carnes magras, hortaliças, arroz ou massas, feijão ou outro grão, como lentilha e dois copos de leite ou iogurte por dia”, orienta.

É importante ainda que a gestação seja acompanhada por um nutricionista para mais orientações para alimentação adequada de cada gestante.

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Mostra de arquitetura traz luxo, música e boteco para Arapiraca

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Fotos: Gonzaga Home Video

Com 372,55m² de área construída total, a Casa Show Perucaba apresenta ao público grandes profissionais e tendências de Arquitetura. A mostra, que teve início no último dia 29 e segue até 12 de junho, está montada no Residencial Reserva Perucaba, em Arapiraca, com ambientes decorados, em parceria com empresas locais.

A casa-modelo é dotada de garagem para dois carros grandes, quatro suítes mais a dependência de empregada, três cozinhas, sendo uma principal, um apoio na varanda da piscina e outro no gourmet, oito banheiros, sala de estar com pé direito duplo, sala de jantar, varandas com vista para o Lago da Perucaba, ampla piscina mais deck molhado borda infinita e spa.

 

O time de arquitetos é composto por Rosângela Carvalho, Cris Nunes, Ênio Tenório Bomfim, Fernanda Amaral, Janete Barros, Alexandre Lopes, Carol Albuquerque, Cledja Bernardino, Danielle Rose Mota e Rafael Gomes Brandão.

Boteco Perucaba

Os visitantes da Casa Show poderão apreciar ainda o “Boteco Perucaba”, sob o comando do empresário Fábio Rogério, da Comedoria Escritório, um dos ícones da gastronomia da cidade. “Gosto de bar e não poderia recusar um convite do Zé Levino. Vou fazer o máximo para surpreender”, garante. Fábio destaca que o cardápio especial traduz o clima de boteco, com muita boemia e comidinhas saborosas. “Somos um boteco assumido”, frisa.

A música ao vivo também é uma atração à parte. Neste primeiro final de semana, passaram pelo local Dona Flô, DJ Felipe – Cara de Sorte, Jéclysson Taboca (com o lançamento do seu novo álbum) e Herbert Azul.

Funcionamento

A Casa Show é aberta à visitação de quinta a sexta, das 16h às 21h; no sábado, das 15h às 21h; e no domingo, das 12h às 18h.  Ao todo serão sete finais de semana. A entrada custa R$ 10.

* Texto com informações da assessoria de imprensa.

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