Ao que parece, Alagoas aboliu a disputa eleitoral em segundo turno, pelo menos por esses tempos.
Foi assim em Maceió, em 2024, e agora ao governo do Estado.
Que não seja por isso.
Estamos vivendo, já agora, o embate de “segundo turno” ao Palácio República dos Palmares, entre o governo que sai – e Renan Filho junto – e o que entra.
A primeira disputa é, talvez, a mais evidente: a ARSAL, com a “escolha” de Otávio Lessa, deixa o TC para Paulo Dantas.
Ainda é jogo em curso, mas vem mais.
O que os caldistas chamam de “pacote de maldades” ainda inclui as novas regras para promoções na PM e a privatização da Ceasa, que vem gerando muito ruído.
Claro, tem também o projeto de Ronaldo Medeiros, um dos parlamentares mais fiéis a Dantas/MV, vem recebendo muitas críticas.
Motivo?
Por que só agora?
Fato concreto e objetivo: ainda veremos muitas disputas nesse território, a Justiça, até porque a que se deu pelo voto já foi decidida.
