Tirando a turma que ainda acredita nas balelas de Flávio Bolsonaro – e nem a turma dele acredita mais -, todo mundo aponta as mesmas explicações para a vitória de Lula, no segundo turno.

A primeira delas: a mobilização popular como não acontecia há algumas décadas – o “velho modo” de fazer política, com o povo na rua. A política limpa e honesta.

A decisão do eleitor mais crítico, porém racional - aquele que não era apaixonado por nenhum dos candidatos, mas compreende o que melhor e o que é pior, considerando o que está posto.

Se parecem “demais” os quase 4,5 milhões de votos na virada de Lula?

Servem para que entendamos que a força popular, quando exercida, rompe as barreiras inimagináveis.