O caso se deu uma semana antes das eleições, que decidiria o nome do próximo presidente da República Federativa do Brasil.
Brasil com ‘S’.
A moça preta, do interior das Alagoas, que se dizia ativista dos direitos humanos, decidiu, nos 45 minutos do segundo tempo flertar, abertamente, com a extrema direita.
Fez post e tudo nas redes sociais garantindo que o candidato da extrema direita era o melhor para a governança do Brasil.
A atitude da eleitora de última hora ( oportunismo eleitoral?), deixou o povo do entorno embasbacado, afinal foi uma troca complexa. Esta ativista buscou argumentar, mas ela estava irredutível e ainda fez deboche.
DE-BO-CHE!
Se a intenção da moça era agradar a chefa extremista, deu certo, não: o candidato dela perdeu.
Eita!
O melhor que a moça faz agora é meter-se em um exílio voluntário, na poltrona de casa para ir pouco a pouco esquentando o pé.
Sabe como é que é, né?
E, depois, quando estiver restabelecida da queda da própria altura, ou da Lapada certeira, que ela volte aqui pra contar essa história tim-tim por tim-tim, ou se autoproclamar alguma coisa.
Vencemos!
