O Plano Diretor de Maceió  é um documento substantivo,  importante para dialogar com a cidade, que tem crescido atravancada, engarrafada, desumanizada, apesar de ser uma gigante turística.

A capital Maceió, com uma população estimada, em 2026, de aproximadamente 1.008.806 habitantes, tem inúmeros e crescentes  bolsões de miséria, maquiados e, convenientemente,  empurrados para as zonas mais distantes, escondidos sob tapumes institucionais.

São as chamadas grotas, periferias distanciadas , invisibilizadas, marginalizadas. 

Como esses viventes percebem a cidade?

Indiscutível que a nossa  capital  é um deslumbre de boniteza , mas, contudo, todavia, entretanto, tem um porém, irrespondível: como dialogar pelos trajetos entre a Maceió de cartão postal e a outra onde a miséria é pornografica?

A Câmara de Vereadores de Maceió fez convite a diversos segmentos sociais para  participação, em  Audiência Pública, dia 29 de outubro, às 14 horas, no Plenário Galba Novaes de Castro, tendo como tema  a Revisão do Plano Diretor de Maceió, e que segundo o órgão a Audiêcia seria aberta ao público,através de inscrição prévia.

Tudo bem.

 Tudo legal!

E com números  quantitativos de possíveis participantes, através das inscrições, porque carga d’águas , presidente Chico Filho, não aconteceu o planejamento estratégico necessário,  para garantir um espaço adequado e confortável,( já que o Plenário Galba Novaes de Castro, não daria conta),  para esse mesmo público?

Menino, tu precisava ver o bafafá da ruma de gente  que não teve um acesso decente às discussões e o ‘mais’ pior', como diria o menino: muita gente foi barrada na porta da Câmera.

Da próxima a gente se organiza- disse a recepcionista, desculpando-se ( como se culpada fosse. Não era), respondendo ao questionamento desta ativista, Arísia Barros, no balcão da 'Casa do Povo.'.

Eita, gota!

É importante ressaltar, presidente, Chico Filho: 'uma coisa é convidar o povo para a ‘festa’, isso é chamado DI-VER-SI-DA-DE, a outra é convidar para dançar.

E o nome disso é  IN-CLU-SÃO.

Entendeu, querido?

Abraços