Está claro que o TC quer sair da chacota popular para a postura de autoridade “técnica” – mais que política, por tanto.

Além dos concursos que pretende realizar, e eles são mesmo necessários, o nova composição do pleno aponta para uma postura mais ativa, com projeção na mídia local.

Em tese, serão três conselheiros de oposição: o presidente Bruno Toledo, a ex-primeira-dama Renata Calheiros e o futuro detentor de uma cadeira no palácio de vidro da Fernandes Lima - Paulo Dantas.

Dois outros conselheiros têm laços políticos: Rosa Albuquerque com o irmão AA e Cláudia Cleide com a família de Celso Luiz. 

Restam Rodrigo Cavalcante e Anselmo Brito, este parecendo mais independente de laços na seara política.

Ou seja: os rumos da política local vão dar o rumo e o prumo do TC a partir da gestão JHC – eis o busílis.

Vai ter jogo, já que o futuro governador também tem seus ardis e laços.