Como era de se esperar, o ainda deputado federal Alfredo Gaspar, de pronto, manifestou apoio a Flávio Bolsonaro tão logo se anunciou a sua fuga - replicando a bobagem da perseguição política (de dezenas de milhões de eleitores brasileiros).
Era o que se esperava dele como político que acaba de perdeu uma eleição que considerava ganha.
Segundo um personagem ligado ao ex-candidato a vice-presidente deve parar por aí e assumir um silêncio estratégico, até para deixar clarear o cenário político local e nacional.
Parece correta a postura.
Gaspar sabe que não é do núcleo bolsonarista primário, embora tenha tido um convívio intenso com ele durante a campanha.
Pode até ter alguma sinalização para assumir um cargo em outro governo do PL ou próximo, mas entendendo que aonde chegar será, ainda, um estranho.
Alagoas e, em particular, Maceió aparecem mesmo como sendo seu território, onde ele já fincou bandeira e padrão.
