Lionel Messi recebeu o Prêmio Princesa das Astúrias nesta sexta (23) na cidade de Oviedo, na Espanha, e foi recebido com todas as honras de um herói esportivo, sobretudo por causa de sua história no Barcelona.

Muito assediado pela imprensa local, Messi falou sobre seu legado no futebol e sobre a honra de ter sido o indicado na categoria “esportista” do prêmio voltado a dar destaque a pessoas ou entidades por causa de seus feitos notáveis.

Messi foi o escolhido na premiação de 2026 como destaque na categoria “esportes” e declarou ser um privilégio entrar para o seleto clube de esportistas premiados antes dele, que inclui Serena Williams (tênis), Carolina Marín (badminton), Rafael Nadal (tênis), Eliud Kipchoge (maratonista), Lindsey Vonn (esquiadora), Paul e Marc Gasol (basquete) e Michael Schumacher (automobilismo).

Antes da cerimônia, Messi protagonizou um dos eventos mais aguardados entre os festejos, que foi um encontro com estudantes e jovens esportistas, no Palácio dos Esportes de Oviedo.

Na ocasião, o astro argentino declarou que gostaria de ser lembrado como “um grande esportista”.

“Lutei muito na minha vida. Às vezes consegui e outra vezes não, mas nunca deixei de tentar ganhar tudo o que tinha pela frente”, disse Messi.

Perguntado a respeito do gol mais importante de sua carreira, Messi elencou logo dois, ambos na mesma partida.

“Os [dois] gols na final [contra a França] foram os mais importantes da minha carreira pelo significado, pelo momento e pela conjunção de tudo isso”, revelou, acrescentando que a conquista da Copa do Mundo de 2022 foi o ápice de sua carreira e que foi “mais do que um sonho”.

Perguntado sobre sua carreira no Barcelona, Messi não poupou elogios e declarou que o time catalão foi o clube de sua vida: “Foi um privilégio dividir o vestiário com jogadores como Xavi, Iniesta, Puyol e muitos mais”.

Além de Messi, os outros agraciados com o prêmio foram a cantora Patti Smith, o escritor Julian Barnes, a astronauta Christina Koch, o estúdio japonês de animação Studio Ghibli, o historiador Timothy Garton Ash, três pesquisadores científicos (David Klenerman, Shankar Balasubramanian e Pascal Mayer) e o Banco Global de Sementes de Svalbard.