É claro que, a essa altura, a imensa maioria dos leitores deste blog já decidiu em quem votar no próximo domingo, até porque a polarização vai empurrando os eleitores para o seu “quadrado”.

Principalmente, para quem as usa, pelas redes sociais.

Algumas perguntas você pode fazer a si mesmo e respondê-las, sem precisar da ajuda de ninguém – apenas da sua consciência.

Deixo aqui algumas, sem sugerir resposta ou explicação:

- o que é ser um político honesto num país como o Brasil, marcado pela corrupção em toda a sua história?

- qual o lado da disputa mais relacionado com atos de violência, racismo, misoginia e preconceitos em geral?

- o voto deve ser dado pensando apenas no meu proveito pessoal ou pensando nas consequências para a maioria da população?

- a soberania do Brasil é um bem inegociável e que precisa ser preservado ou algo sem muita importância?

- a concentração de renda é o maior problema do país ou a criminalidade?

- eu faço das redes sociais o meio para me informar ou busco fontes menos mutantes para decidir?

- a história do país, com uma economia que se desenvolveu com base na escravidão, é só passado ou ela nos ensina alguma coisa para o futuro?

Isso não é um questionário, de jeito nenhum, mas ainda acredito que pensar baseado em fatos ainda ajuda a decidir o melhor caminho para o meu voto.