Esta ativista sempre foi de esquerda e ao longo da trajetória de  30 anos, de um  ativismo robusto, consciente, marcado por princípios indissolúveis, conheceu, conviveu, articulou com gente aos montes.

 E como, não é novidade pra ninguém,  o poder , em Alagoas, está concentrado nas mãos das gentes brancas , endinheiradas,  em sua maioria homens, portanto, esta ativista frequenta espaços políticos hegemônicos.

A proposta nunca foi ‘ser um deles’, mas, expor as diferenças na busca de desmantelar o silêncio institucional conivente, em relação ao racismo estrutural.

E, fazendo uma imersão pelas histórias construídas, afirmamos que o mundo é cíclico, e no girar dos acontecimento as pessoas crescem, amadurecem estabelecem a consciência política das coisas e fatos e foi a partir das vivências, dialogos aprofundados e a  fundamentação dos números superlativos evidenciando as  desigualdades sociais, a amiga branca, herdeira e de direita desta ativista, envia mensagem: Estamos juntas. 

Eita é o vira voto!

Que bom!