Claro que eu não guardo a ilusão de que voltarão os tempos de grandes mobilizações estudantis – por melhorias sociais, econômicas e políticas.

A forma de militância, hoje, é quase sempre através das redes sociais. O que não deixa de ser positivo, apesar de fazer falta, e muito, o tal do calor humano.

Mas as mobilizações dos estudantes, principalmente da UFAL, na defesa do presidente Lula, que muito tem feito para o país avançar na área de Educação, mostram que há vida pulsando na juventude brasileira (alagoana, no caso).

É campanha com pé no chão, como há muito não se via (multidões de plástico não contam).

Isso é de se ressaltar, até porque, com exceção do deputado Paulão e alguns outros petistas, a eleição parece mesmo que já acabou para os caciques da política local.

O “amor sincero” se foi.