E são nomes de peso na história política recente de Alagoas.
O vice-governador Ronaldo Lessa, é verdade, ganhou uma sobrevida com a vitória de JHC, que lhe prometeu a direção do Fecoep, o fundo de combate à pobreza criado por ele quando governador.
Mas, ressalte-se, nem chegou às urnas, mesmo depois de ser anunciado como o provável vice do candidato tucano.
Ruma, assim, me disse, para a sua última missão na vida pública.
O senador Renan Calheiros, por sua vez, ocupava cargos no parlamento desde 1979, quando assumiu o seu primeiro mandato – como deputado estadual.
Teve um hiato, é verdade, quando perdeu a eleição para o governo do estado, em 1990, vencido por Geraldo Bulhões.
Retomou o caminho das vitórias quatro anos depois e conseguiu conquistar quatro mandatos de senador, mas sua derrota agora foi a mais “anunciada” dos últimos tempos: perdeu para Lira e para Marina JHC.
Não creio que ele busque, ainda, o caminho das urnas.
Finalmente, o deputado Paulão. Único representante da esquerda alagoano no Congresso Nacional, ele nem ao menos apareceu nas apostas eleitorais.
