Com uma campanha chocha, quase vazia, onde se destacam músculos e pelos artificiais, os institutos de pesquisa ganharam um protagonismo cada vez maior em Alagoas.
Até para evitar “acusações” – como se fosse possível em tempos de fúria e redes sociais -, tenho comentado tão somente os resultados apresentados pelo Paraná Pesquisa e pelo Quaest.
O primeiro, porque conheço há mais tempo e pude acompanhar sua performance aqui no estado; o outro, ressalto, apesar de mais “jovem”, tem o amparo midiático da Globo e, imagino, não se queimaria na pequenina Alagoas.
Lembrando que o resultado da pesquisa de uma empresa só pode ser comparado com ela mesma, o anterior.
Como não tenho, por aqui, nenhum candidato de estimação - mas vou votar em alguém -, vejo os números e entendo-os como resultados da metodologia de cada um.
Sem torcida, sem detração.
Que venha o 4 de outubro, a definitiva “pesquisa" desse ano.
A minha opinião?
A eleição será decidida por pouco.
Que perca o pior.
