Não me acovardo.

Nem o  medo paralisa esta ativista.

Sou filha do meu pai e da minha mãe carnais, que são sobreviventes da fome e da miséria.

Esse não é um lugar de omissão..

É o brado, talvez, mudo contra a endinherada oligarquia, que se percebe o poder supremo, nas terras pretas de Aqualtune  e suga existências.

Sou uma ativista preta, com nome e sobrenome. 

Que ninguém esqueça disso.

Atotô, meu amado Obaluaê.

Sob sua benção, caminho!

Atotô!