Para esta ativista, escrever é um ato político, tipo debulhar a palavra, letra por letra e produzir outras e novas formas de comunicar.

Formas assim,como matéria prima do afeto,  aproximando o entendimento popular.

Escrever é instigar outras pessoas a interpretar textos e situações mais complexas.

Escrever é a busca de desalfabetizar o que está posto, tipo:

- Ah!, mas é assim mesmo.

É gritar com o comodismo do arrastar de pés, sem arriscar as mudanças necessárias.

Escrever é cutucar o contraditório.

Dos que mandam.

E dos que são mandados.

A oligarquia faz das leis, em Alagoas,  objetos utilitários dificultando acessos, alastrando vulnerabilidades , sufocando subalternizados.

Esse é mais um registro do cotidiano das vozes da comunicação, às vezes, exaustas que  reaprendem a soletrar a palavra De-mo-cra-ci-a.

1964-1985 é passado?

Pergunta esta velha ativista , com uma jovem nsubordinação.