É claro que a questão vai ficar rolando de um lado para o outro, sobre a apreensão dos R$ 2 milhões, em dinheiro vivo, pela Polícia Militar.
O grupo de Dantas/MV/Calheiros acusa JHC; este rebate, lembrando que a empresa envolvida também tem contrato com o governo de Alagoas (de Sergipe, também, e outras prefeituras do interior).
Só há um consenso, em qualquer lado e para qualquer cidadão: dinheiro vive, nessa quantia, em tempo de campanha eleitoral, não parece ser algo dentro da lei.
Dois pontos que considero centrais: só a PF tem independência para chegar ao beneficiário – seja quem for; e se a apuração não ocorrer logo, antes do desfecho eleitoral, tudo vai parar na gaveta do esquecimento.
Essa é a nossa história.
