Normalmente, é o histórico, os cadastros eleitorais, que são feitos no interior e na capital, sempre são administrados em prol de candidatos proporcionais – que puxavam, quando era o caso, os seus majoritários.

Claro: espalhamento de grana e favores acontece principalmente nas eleições municipais e se mantém nas eleições estaduais.

Só que tudo muda, tudo se transforma, e nem sempre para melhor.

Também os candidatos majoritários já negociam como os cadastristas a inclusão direta dos seus nomes, até por vivermos a eleição mais disputada – ao governo e ao Senado – em várias décadas.

Seja no Sertão, seja no Litoral, no cadastro, o dono da grana é o tal.