Se na disputa proporcional o tempo de rádio e televisão não tem tanto peso, na briga ao governo e ao Senado os veículos tradicionais ainda jogam alguma importância.
O que podemos esperar agora, a partir da divulgação da última pesquisa do instituto Paraná, de prestígio nacional, e que exibe um histórico de acertos bem acima da média em Alagoas?
Creio que o tom da campanha vai subir alguns graus, para tentar mobilizar o eleitorado, que ainda anda distante da campanha.
Claro: nas redes sociais, hoje também judicializadas, a campanha já anda no território da “guerra total”, mas elas só mobilizam o eleitor engajado.
No rádio e na televisão, o cenário ainda bem outro, mas é onde boa parte dos eleitores indecisos deve fazer sua escolha.
Não esquecendo que campanha eleitoral majoritária investe na desconstrução do adversário.
Ou seja...
