Não imagino que seja um caso único no Brasil, onde o fisiologismo e o patrimonialismo fizeram morada desde os tempos do Império, mas não deixa de ser invulgar.
Está no D.O. da Assembleia Legislativa, esta semana, a nomeação de dois Josés... para o mesmo cargo: assessor administrativo.
Eles têm o mesmo prenome e o mesmo sobrenome.
A diferença: um deles é o Júnior do outro.
Se todos forem os comissionados forem trabalhar na Casa de Tavares Bastos, a casa cai (literalmente).
O hoje desembargador Fábio Ferrario, quando esteve por lá, como procurador, até tentou botar ordem na folha, – inutilmente.
