A expectativa geral era de que os dois, e até Marina JHC, fossem aparecer no “bonde” do Bolsonaro, em Maceió – mas não foi o que aconteceu.
Por óbvio, Lira e JHC não querem entrar nesse embate, já que eles têm as suas próprias “guerra” eleitorais.
Flávio Bolsonaro já disse que apoia o deputado federal para o Senado e o ex-prefeito de Maceió para o governo do Estado.
A reciprocidade, pelo menos pública, não aconteceu agora. A parceria de ambos com Gaspar, por enquanto, é local.
Ou seja: os dois não disseram que o apoiam para a presidência da República, pelo mesmo agora.
Também não imagino que eles vão recepcionar o presidente Lula, caso ele desembarque em terras alagoanas durante a campanha.
Pode até mudar o cenário no futuro, mas por enquanto, o muro abriga os dois personagens.
No momento, ficam assim: Lira é Lira e JHC é JHC.
