A maré baixa revelou nesta quinta-feira (13) parte dos destroços da embarcação Draguinha, naufragada há mais de seis décadas na costa de Alagoas. A estrutura ficou mais visível na região da praia de Pajuçara, em Maceió, e foi registrada por um banhista.

O navio havia saído do Rio de Janeiro com destino a Recife, mas apresentou problemas ainda durante a viagem, no Espírito Santo, e precisou ser rebocado. Em 14 de julho de 1961, enquanto navegava pelo litoral alagoano, a embarcação naufragou a cerca de sete milhas da praia de Pajuçara, em uma área com aproximadamente 30 metros de profundidade.

Com o passar dos anos, o Draguinha se tornou um dos pontos de interesse para mergulhadores. Partes do casco e áreas internas da embarcação podem ser acessadas durante os mergulhos.

A embarcação era utilizada em atividades de remoção de material submarino e pertencia à Companhia Nacional de Construções Civis e Hidráulicas.

A região de Pajuçara possui pelo menos duas embarcações naufragadas. Dependendo das condições do mar e da variação da maré, partes dos destroços podem ficar mais próximas da superfície e se tornar visíveis para quem está na faixa de praia.

 

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